À
medida que permitimos confiar em nosso Amor por nós
mesmos e em nossos desejos, descobriremos que não
estamos mais sozinhos, porque entramos em contato
com nosso potencial criativo; criamos novas idéias,
novos sonhares e passamos a contribuir para que este
mundo seja um lugar maravilhoso para se viver.
Viemos a esse mundo
para nos tornarmos indivíduos, pessoas que
pensam diferente uns dos outros, sem perdermos contato
com a unificação, com a parte divina
que cada um tem.
Quanto mais amarmos
a nós mesmos, mais amor teremos para dar
e passaremos, por vontade própria, a ter
a verdadeira compaixão pelo nosso próximo.
Não somente aquele apoio momentâneo
em uma necessidade desesperada, mas seremos a própria
bondade a ser compartilhada.
Se ao fazermos uma
escolha baseada em nossa própria experiência,
escolhermos apoiar e ajudar a nós mesmos,poderemos
fazê-lo com alegria, pois seremos nós
a formar o próprio destino,compartilhando
o nosso real potencial com mais alguém: é
o AMAR com, é ALOHA!
Se nos permitirmos
ter paciência, estaremos abertos aos nossos
próprios sentimentos, à nossa riqueza
interior, e se meditarmos sobre o que queremos fazer,
concluiremos por nós mesmos,chegaremos às
nossas próprias respostas, sem levar em conta
o que os outros pensam ou querem. O contrário
só nos traria carência, que é
sinônimo de preocupação e insatisfação.
A carência traz limitação em
vez de abundância, traz debilitação
em vez de juventude e vitalidade.
É muito importante
que cuidemos do nosso corpo, que o acarinhemos,
que agradeçamos as funções
que recebemos. Somos seres sagrados e vivemos num
mundo também sagrado, onde tudo e todos estão
interligados na grande rede da vida que nos une
a todo o universo numa única teia.
Cuidemos para que nosso corpo receba momentos de
repouso e movimentação de energias,
banhos repousantes e água o quanto baste.
Amar-se é
um grande despertar, é termos nossas próprias
experiências. A Essência que nos apóia
sempre esteve presente dentro de nós.
Muitos são os caminhos a escolher, lembrem-se,
pois, que a carência é o que há
de mais insensato, a nossa tendência é
esquecermos tudo o que de bom foi desfrutado e passamos
a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas.
E sofrer por que?
Estejamos
em nós mesmos, sejamos nós mesmos,
sejamos alegres, co-criadores uma vez mais e veremos
que a vida é exatamente o que queremos que
seja, completamente amorosa e para sempre amorosa.
Esse mundo é nosso e temos que torná-lo
melhor. Celebremos pois uns aos outros e a nós
mesmos; o mundo refletirá isso e será
um lugar melhor.
Não
precisamos de permissão para nada, não
precisamos de sofrimentos nem de sacrifícios.
Ergamo-nos acima das crenças e vivamos maravilhados
e com alegria, em parceria uns com os outros, sem
condições, sem expectativas, sem julgamentos,
sejamos o AMOR em ação.
Os desafios sempre existirão, mas o crescimento
também. Sonhemos, pois! Mahalo!
Maria Luiza Parreiras Parisi
Grupo de Estudo Huna Arco-Iris – Poços
de Caldas - MG