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O Centro do Ser

O Centro do Ser

A energia vem do centro de nosso SER, do Tudo Que É, representa a fonte da vitalidade infinita, é o Ser em Nós. Toda a energia e o poder de Ser estão focalizados e refletidos através de nós, na direção de nossa existência tridimensional. Apesar do caráter único de sua tonalidade sensível, ela é expressa em uma certa forma que é compartilhada por toda consciência focalizada na realidade física.

Brotamos da terra, como todas as outras criaturas e estruturas vivas naturais. Somos, como ser físico, uma porção da natureza e, portanto, não estamos separados dela. As árvores e as pedras possuem sua própria consciência, e também compartilham uma consciência global (gestalt), assim como as porções vivas de nosso corpo. As células e os órgãos têm sua própria consciência e uma consciência gestáltica. Assim, a raça dos homens também tem uma consciência individual e uma gestáltica ou coletiva, que nossa individualidade mal percebe.

A consciência coletiva de nossa raça possui uma identidade, pois somos uma porção dessa identidade, embora continuemos sendo únicos, individualmente e independente. Estamos confinados apenas por nossas escolhas da realidade física, escolhas que nos colocaram dentro do contexto de experiência dessa realidade. Como seres físicos, seguimos leis ou suposições físicas, que formam a estrutura da nossa expressão corporal, mas temos plena liberdade para criar nossas experiências, nossas vidas pessoais em todos os seus aspectos, o retrato vivo do mundo.

Agradecimentos ao grupo SETH e ao amigo Luiz Garavello

A Carne e a Gestalt

Identidade

Nossa carne se forma em resposta os nossos acordes interiores de nosso ser, e as árvores, pedras, mares e montanhas brotam como o corpo da terra, dos acordes interiores profundos que existem nos átomos e moléculas, que também são vivos.

Devido à cooperação criativa que existe, o milagre da materialização realiza-se tão suavemente e automaticamente que não temos consciência de nossa participação nele.

A tonalidade sensível, é o movimento, a fibra, a viga, a porção de nossa energia dedicada à nossa experiência física. Ora, flui naquilo que somos como ser físico, e materializa-o no mundo de estações, espaço, carne e tempo.

A fonte, entretanto, é muito independente do mundo que conhecemos. Uma vez que adquirimos a sensação de nossa própria tonalidade sensível, teremos consciência do nosso poder, força e durabilidade, e poderemos, até certo ponto, fluir com ele para realidades mais profundas de nossa experiência.

A incrível riqueza emocional e a variedade e o esplendor da experiência física são o reflexo material desta tonalidade sensível, imprime uma direção às nossas vidas, condiciona os eventos e as qualidades de nossas percepções. Preenche e ilumina os aspectos individuais de nossa vida e determina, em grande parte, nossa confiança pessoal.

Ele é a sua essência, sua amplitude tem longo alcance, entretanto. Ele não determina, por exemplo, eventos específicos, mas pinta as cores da paisagem maior da nossa experiência. É a nossa sensação própria, inexaurível, que representa a expressão de nós mesmos em pura energia, da qual emana nossa individualidade.

Cada um é Cada um, a identidade inconfundível que nunca é duplicada.

Agradecimentos ao grupo SETH e ao amigo Luiz Garavello

A Natureza do Inconsciente e da Psique

A Natureza do Inconsciente e da Psique

Seth propõe em seu material que entremos mais profundamente na natureza do inconsciente e da psique, apresentando conceitos com novas abordagens. Segundo ele os psicólogos e líderes religiosos, não são capazes de pensar em termos de uma alma, não conseguem, ou recusam- se a compreendê-la psicologicamente, até mesmo no nível mais simples. A metafísica e a psicologia não se encontraram.

Nossa psique é enormemente criativa. Somos criadores de realidade, nossas criações são “deuses” brotando da psique humana, meio humanos, meio-divinos. Como pais que ficam admirados, encantados diante das realizações superiores de seus filhos, da superioridade da prole, e, contudo, de certa forma, ciumentos. Isto é criatividade de uma natureza muito especializada e permite-nos investigar, caso desejemos, a natureza da nossa consciência, psique e criatividade de uma forma que poucos podem fazer, estabelecendo novas condições possíveis com novos resultados.

Nossa experiência no mundo da matéria física flui do centro de nossa psique interior percebida. Eventos, circunstâncias e condições externas são como um tipo de feedback (retroinformação) vivo. Ao alterarmos o estado de nossa psique, automaticamente se alteram as circunstâncias físicas.

Não existe qualquer outra forma de mudar os eventos físicos. Imaginemos uma dimensão no interior, onde criamos uma miniatura, onde sob forma psíquica todas as condições exteriores se encontram. Nossos pensamentos, sentimentos e quadros mentais podem ser chamados de eventos externos em gestação, pois de uma forma ou de outra, cada um deles se materializa na realidade física.

Agradecimentos ao grupo SETH e ao amigo Luiz Garavello

Ego

Ego

Nós não temos agora o mesmo ego que tínhamos cinco anos atrás, mas não estamos conscientes das suas mudanças, ele sai daquilo que somos. É uma parte da ação de nosso ser e de nossa consciência.

Nosso olho não pode ver as mudanças de suas próprias cores e expressões, não estamos conscientes do fato de que vivemos e morremos constantemente. Não percebemos as mudanças de nossa estrutura atômica, não temos consciência que nosso ego muda, ele morre e renasce continuamente.

Fisicamente, a estrutura de uma célula retém sua identidade, mesmo enquanto a matéria que a compõe é continuamente alterada. Ela se reconstrói segundo seu próprio padrão de identidade, faz parte de uma ação emergente e viva, respondendo em meio a suas numerosas mortes.

Vários nomes são dados a formas estruturais psicológicas, estes nomes nada significam, mas sim as estruturas por trás deles.

Tais estruturas psicológicas também retêm nossa identidade, seu padrão de singularidade, mesmo mudando, morrendo e renascendo constantemente.

O olho, surge da estrutura física, o ego, da estrutura da psique, eles não podem ver a si mesmos, ambos se dirigem para fora. Um a partir do corpo físico, o outro, a partir da psique interna, em direção ao ambiente, para fora.

A consciência criativa corporal cria o olho e a psique criativa interior cria o ego.

O corpo forma o olho na esplêndida sabedoria de seu grande conhecimento inconsciente. A psique produz o ego que percebe psicologicamente, da mesma forma que o olho percebe fisicamente.
Tanto o olho como o ego são criações orientadas para a realidade exterior.

“Tanto o olho como o ego são criações orientadas para a realidade exterior.”

Agradecimentos ao grupo SETH e ao amigo Luiz Garavello

Aos Amigos da Filosofia Huna

Aos Amigos da Filosofia Huna

Endereçado também a todos os demais que buscam informações a fim de obter o Autoconhecimento.

Em todos os rituais primitivos havia um fator de condicionamento para obter um estado alterado de consciência. Esse fator era algum tipo de ato repetitivo, que pela própria repetição gerasse um automatismo. O automatismo obtido como um reflexo condicionado se faz pela facilitação neurológica de um ato que de início é voluntário. Uma vez criado o reflexo, o ato voluntário é tornado um condicionamento, seja ele um movimento, ou, um cântico, ou, uma emissão de um som repetitiva, que agora se faz automaticamente sem mais necessidade da interferência da consciência. São os estados alterados de consciência em alguns rituais.

Quando a consciência já não interfere de modo lógico, as pulsações cerebrais diminuem e o potencial elétrico aumenta em um processo de retro alimentação. Esse aumento de energia vital disponível (Mana) permite que o indivíduo efetue ações que são conhecidas como habilidades psíquicas. Elas resultam desse estado alterado de consciência que é vulgarmente denominado transe. Todo transe consciente é um processo de auto-hipnose.

Há vários níveis de transe, sendo que, quando o cérebro se estabiliza com predominância de pulsos entre quatro e sete ciclos por segundo, o transe pode resultar em ações que resultam em projeção intencionada de energia com resultados objetivos, o que evidencia que “todo poder vem de dentro” (Huna). O estado de consciência era denominado IKE Papalua e os níveis de energia elevados eram denominados Mana Loa pelos havaianos.

Quando o indivíduo estando em transe, consegue estabilizar o cérebro com pulsações ao redor de treze ciclos por segundo, o nível de energia é menor e é conhecido como Mana-Mana. Nessas condições o indivíduo consegue entrar em sintonia com o “outro” e captar informações que permitem entender as razões da doença, ou, doenças e assim imaginar uma maneira de ajudar a pessoa a se curar. Esse estado de consciência mais refinado era conhecido pelos havaianos como IKE Papakolu.

Quando o indivíduo desenvolve completamente suas habilidades de controlar conscientemente o nível de transe desejado, ele pode de início ser como IKE Papakolu e depois como IKE Papalua e assim tornar-se um IKE Papakahuna, ou, o amigo de Deus.

A questão passa a ser:- Como uma pessoa pode aprender a entrar em transe através de um ritual simples, e possa aprender a estabilizar o cérebro no “nível de consciência” desejado e de modo consciente?

Outra questão é: como aprender um ritual simples, sem danças, mantras, cânticos, fumo, cachaça, incensos, tambores alucinógenos, etc.? Um ritual refinado, de salão, mesmo em igreja, e que resulte uma programação razoável.

A terceira questão é: uma vez em transe, como ativar os circuitos neurológicos e a facilitação neurológica para a produção das imagens que, são os pontos de referência do subconsciente que permitem o comando entre Eu Médio e as funções de projeção de energia do Eu Básico.

Eu tenho as respostas que respondem a todas elas. Cientistas norte americanos levaram 24 anos para isso e hoje, só não entende quem não pode, ou, não quer entender que “sempre há outra maneira de se fazer a mesma coisa” (Huna).

Sendo explicada cientificamente, de certa forma acaba com “o mistério”, e talvez com o “encanto” da mística, mas passa a ser uma ação de salão tão ou mais eficiente, pois não causa inibições. Coisa de adulto filósofo pragmático (Kane).

Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel em História Natural (todas as Disciplinas Biológicas e Geológicas), Licenciado, Especialista em Fisiologia (Bioenergética e Órgãos dos Sentidos) USP, 1955.

Qualquer questionamento sempre será bem recebido e respondido.
http://diasmind.com.br/01o-aos-amigos-da-filosofia-huna/

Mudanças

Mudanças

Mudamos constantemente até mesmo as condições que parecem ser as mais permanentes de nossa vida, variando a atitude que temos em relação a elas.

Não há nada em nossa experiência exterior que não se tenha originado dentro de nós. Há as interações com outras pessoas, mas não há nenhuma que não tenhamos aceitado ou atraído com nossos pensamentos, atitudes ou emoções.

Isto se aplica a cada área de nossas vidas, isto se aplica tanto antes como depois da vida. De alguma forma extremamente milagrosa, recebemos o dom de criar nossa própria experiência.

Nesta existência, estamos aprendendo a lidar com a inexaurível energia que se encontra à nossa inteira disposição. A situação global e a de cada indivíduo são as materializações do progresso do homem ao formar nosso mundo.

Agradecimentos ao grupo SETH e ao amigo Luiz Garavello

Estar na Quinta Dimensão

A quinta dimensão é um estado de PAZ DE ESPÍRITO. É estar em PAZ consigo, à vontade com quem você é e o que você representa nesse mundo, nesse momento.

Isso também reflete um estado de detecção de si em vários níveis: de espírito, de consciência, de emoção. Não é um outro planeta e sim um estado de SER: vibração da consciência.

Não há o que temer, é o desconhecido que amedronta, não tem nada que venha de fora de você.

É só viajar para dentro através da consciência e ter uma visão diferente da habitual, sem julgamento, sem cobranças, mas com PAZ, olhando a sua realidade interior e a realidade exterior, com tranquilidade, mesmo que essas forem perturbadoras e contraditórias.

Quando você permanece neste estado ou frequência de quinta dimensão, você vê o mundo diferente, a percepção, a leitura que você faz do mundo é diferente.

O novo mundo que tanto se fala, é uma nova maneira de ver as coisas: pacífica, autêntica, em unicidade com o amor que você é e que pode ser.

Queixume, lamúria, angústia, tristeza geram mais e mais disso. E você diz e você pensa: não quero e não preciso mais disso.

Assim, tudo que o rodeia se tornará aquilo que procura através das suas janelas da alma e sentindo a partir do âmago do seu coração.

Isso é tudo que é a quinta dimensão, nada a temer, tudo a desfrutar dessa transição maravilhosa.

“A ETERNIDADE NÃO É TEMPO PRESENTE, É TEMPO ALGUM”.

Lord Merlin (adaptação)

Huna Para Grupos de Estudo

Max Freedom Long diz que a Huna se originou de um povo que partiu do Egito, através do mar vermelho e que, em canoas chegou ao Havaí.

Serge Kahili King diz que ela se origina das estrelas, da constelação das Plêiades, tendo um grupo se estabelecido na terra, num continente do Oceano Pacifico, denominado de MU. Esse continente submergiu e tornou-se a Polinésia.

Leinane Melville diz que os nativos contavam que seus ancestrais tinham originalmente descido do céu.

O povo havaiano possui um livro chamado TUMURIPO, para eles o “livro da criação”, deixado pelos mestres Kahunas.

HUNA – segredo, não no sentido de manter algo oculto, mas no sentido de descobrir um sentido mais profundo da própria existência.

Também significa: princípio feminino + masculino: hu – na, sol – lua, Yin – Yang.

A Huna é uma ferramenta que pode ser usada por todos, independente de qualquer religião. Pode ser usada a qualquer hora e em qualquer contexto.

KAHUNA: “dono do segredo”, ou “guardião do segredo”, transmissor do segredo, perito que faz, não necessariamente havaiano.

Um Kahuna é um Xamã que mergulha na vida com sua mente e seus sentimentos, desenvolvendo o papel de co-criador ou tecelão de sonhos.

Os Kahunas antigos viviam em pequenas comunidades e aprendiam principalmente como lidar com fenômenos naturais, pois dependiam desses fenômenos para sobreviver.

Hoje vivemos numa aldeia global, os Kahunas-urbanos têm uma tarefa especial, manter a vida saudável e a harmonia no convívio social.

“ACABOU-SE O MATERIALISMO, PELA SIMPLES FALTA DE MATÉRIA.”

O mundo observado é uma aparência, ele nem sequer existe.

O Kaybalion

“OS LÁBIOS DA SABEDORIA ESTÃO CERRADOS, EXCETO PARA OS OUVIDOS DO ENTENDIMENTO”.

Hermes Trismegisto (escriba dos deuses)

Os sete princípios herméticos:

  1. O princípio MENTAL.
  2. O princípio da CORRESPONDÊNCIA.
  3. O princípio da VIBRAÇÃO.
  4. O princípio da POLARIDADE.
  5. O princípio do RITMO.
  6. O princípio da CAUSA e EFEITO.
  7. O princípio do GÊNERO.

O princípio MENTAL: tudo é mente, o universo é mental.

O princípio da CORRESPONDÊNCIA: como é em cima é embaixo, como é embaixo é encima.

O princípio da VIBRAÇÃO: nada descansa, tudo se move, tudo vibra, tudo está em movimento.

Manifestações diferentes da energia, mente e espírito, resultam de frequências variáveis.

Desde o átomo, até os mundos e universos, tudo está em vibração.

Lei da polaridade: tudo é dual (dois polos). Todo paradoxo pode ser reconciliado. “Os opostos são os mesmos, diferenciando-se apenas em grau”. Calor e frio, uma frequência de vibração da mesma coisa. Luz e escuridão, bem e mal, são dois polos da mesma questão.

O hermetismo conhece a arte de transmutar, o mal no bem, por meio do princípio da polaridade.

Princípio do ritmo: tudo flui para fora e para dentro, tudo tem duas marés, sobem e baixam, a oscilação do pêndulo. O ritmo equilibra. Fluxo é refluxo, criação e destruição dos mundos. A ASCENSÃO e a QUEDA, das nações. Na vida de todas as coisas e nos estados mentais do homem.

Com conhecimento neutraliza-se as oscilações ruins pela VONTADE, alcançando um alto grau de estabilidade mental.

O princípio de causa e efeito: toda causa tem efeito e todo efeito tem causa. Causalidade é o nome comumente conhecido. A vida se compreende como a concatenação de causas e efeitos, ponto central das filosofias Tibetanas e Budistas.

O conhecimento dessa lei permite certo grau de domínio de si mesmo e seu entorno.

O princípio do gênero: o gênero está em tudo, tudo tem seu princípio masculino e feminino. O gênero manifesta-se em todos os planos.

O fruto é sempre da mesma natureza da semente. O masculino traz em si o princípio feminino e, sua forma mínima e vice versa. ☯ Yin/yang.

Observá-los na natureza, eles nos dão acesso a uma participação mas consciente no mundo e auxilia a edificar um mundo melhor.