Antahkarana, Para Curar e Harmonizar a Terra

Parte do artigo, para nossa CONSCIENTIZAÇÃO.

A TERRA não está enfrentando o que enfrenta por coincidência.

A humanidade vem envenenando as águas, a terra e o ar, enquanto inventa tecnologia para matar o próximo – fogo, água, terra e ar – ferindo todos os seres com violência física, emocional e psíquica. O que estamos buscando? Existimos em uma cultura de morte que insistimos em perpetuar.

Somos todos parte do círculo sagrado da Vida – a Terra, nós, nossas relações com todos os seres! Incluindo conosco mesmos – um círculo dentro de círculos.

Lembro de uma anciã que alimentava os pombos no Central Park em Nova York, quando uma jovem a interpelou: “tantas pessoas passando fome no mundo, por que fica alimentando esses pombos?” Ao que ela respondeu: “eles estão aqui”.

Começamos dando amor, cura, luz e compaixão aos que nos rodeiam. Não apenas as pessoas que encontramos ou amamos, mas todos. Todos os seres são sagrados. Todos são merecedores. Inclusive você. E oramos por todos eles.

Através dos séculos as pessoas vêm procurando o Graal. Buscando esse presente mágico e seu grande PODER. Mas aqueles que detêm o segredo do universo, sabem que o Graal é o CORAÇÃO – a fonte do Amor que flui permanentemente, uma taça que jamais se esvazia, pois esta luz vem do Criador.

Este é o poder de Melchizedek, a “Eterna Chama Branca”, que dá Luz às estrelas e ilumina as consciências. Compartilhamos a Luz do Criador, que se manifesta em cada um e todos nós, em cada uma e todas as coisas. Nos caminhos nativos, a boa medicina que preenche tudo que existe, o segredo para a cura é a totalidade.

Quando fazemos as “Rodas de Medicinas”, nos tornamos as Rodas, em alinhamento com o Criador, permitindo que a batida do coração da Mãe Terra se alinhe com a batida do nosso coração. Quando oramos para a Roda de Medicina, estamos compartilhando a nossa Luz, para que todos os seres sobre a Terra possam brilhar de forma mais intensa e completa, criando um arquétipo de Cura, equilíbrio e totalidade. E assim nos tornamos CO-CRIADORES.

William Lee Rand – traduzido por Maria João Sacagami