Nós Somos o Que Acreditamos Ser

O primeiro princípio, IKE, nos diz: você é o que pensa que é.

A ciência contemporânea e em especial a física quântica vem trazendo uma nova maneira de ver o universo e a posição do homem dentro desse contexto, como OBSERVADOR.

O que percebemos da realidade? Não mais do que temos capacidade de compreender.

Como aumentamos nossa percepção, nosso grau de consciência e ampliamos o nosso poder e autonomia?

Reconhecer os diversos níveis da realidade e a interconexão desses níveis é o paradigma do novo homem. A forma de ver e interpretar o mundo.

Não mais vendo a realidade lá fora e o ser incapaz de exercer qualquer influência. Mas concebendo que cada um é causa e efeito do existir e plenamente responsável por si.

Não mais vítima da culpa e pecado, não será mais necessário temer para agir corretamente. Mas co-autores da história.

Num universo quântico as leis são diferentes e inusitadas.

Descobre que as coisas são feitas de pensamentos, de ideias, sensações e da influência da consciência do OBSERVADOR nos fenômenos observados.

Lembremos que verdades absolutas para o antigo paradigma, hoje são descartadas, por exemplo que a terra era o centro do universo e tantas outras crendices incabíveis.

Somos co-criadores com o Grande Criador. Sou um com o grande Ser que me trouxe para cá e que criou as galáxias, o universo.

Temos consciência e essa consciência constrói nossa vida.

O OBSERVADOR, que é a consciência, está além do corpo físico e do cérebro e interligado à consciência cósmica ou OBSERVADOR SUPREMO.

E se criamos uma visão limitada da realidade é porque processamos informações limitadas.

Há um mundo ilimitado e fascinante de mistérios e criatividade esperando que nós o descubramos.

Somos como um instrumento de corda, quem o toca é nossa consciência, mais ou menos afinados, de acordo com nossa frequência e está sempre em nossas mãos a afinação desse instrumento. Somos os maestros, somos os executores e o brilho ou o fracasso da nossa música depende de nós.

Dentre infinitas possibilidades, escolhemos muitas vezes a mesma música, pela repetitividade, pelo medo de mudar, ficamos na rotina.

Mas se entendermos que o pensamento é mais real do que qualquer outra coisa, se o pensamento nos é significativo e ficamos nesse foco, nessa “prece”, podemos nos sintonizar com a música das esferas, a música da Criação.

“Somos uma consciência que recebeu um corpo físico para uma experiência evolutiva e podemos nos perguntar regularmente: o que estamos fazendo conosco?

Vamos auscultar as necessidades da nossa alma, chega de pobreza, de problema, de drama e vamos usar sabiamente nossas emoções.”