Associação de Estudos Huna

Posts by Antônio Telmo De Toni

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O “Sonho Básico de Vida” na Psicofilosofia Huna

A tradição Huna — sistema de conhecimento originário dos povos polinésios, especialmente dos kahuna havaianos — oferece uma visão da existência humana que vai muito além do que chamamos de “escolha consciente”. O conceito de Sonho Básico de Vida é, talvez, um dos mais instigantes dessa tradição.

O que é o Sonho Básico de Vida?

Para a Huna, cada ser humano chega à encarnação carregando uma intenção profunda, uma espécie de propósito-semente. Esse “sonho” não é um plano elaborado pela mente consciente — ele é anterior a ela. Trata-se de uma orientação essencial que o ser traz consigo como forma de expressão de sua alma, um padrão vibracional que se manifesta ao longo da vida por meio de tendências, atrações, dons e conflitos recorrentes.

Não é um destino rígido, mas um campo de possibilidades preferencial — como uma melodia que pode ser tocada em muitos arranjos diferentes, mas que mantém sua estrutura temática reconhecível.

Os três “eus” e o papel de cada um

A Huna compreende o ser humano como uma trindade:

Unihipili (eu básico / corpo-emoção): o repositório da memória profunda, das emoções e dos padrões herdados. É ele que carrega as marcas pré-encarnacionais no corpo e no inconsciente.

Uhane (eu médio / mente consciente): o executor, o que raciocina, planeja e age no mundo.

Aumakua (eu superior / Eu Superior): a dimensão transpessoal, atemporal. É aqui que o Sonho Básico de Vida reside em sua forma mais pura.

O Aumakua seria, nessa leitura, o “arquiteto” do projeto de vida — e o Unihipili, sua memória corporificada.

Seria uma programação pré e extracorpórea?

Esta é uma leitura muito pertinente e coerente com a Huna. Sim — o Sonho Básico de Vida pode ser compreendido como uma programação anterior à experiência corpórea, estabelecida em um plano de consciência que transcende o corpo físico. Nesse sentido:

É pré-corpóreo porque antecede o nascimento — não como algo imposto de fora, mas como uma escolha ou inclinação da própria alma.

É extracorpóreo porque sua origem e sua âncora residem no Aumakua, dimensão que não se dissolve com a morte do corpo.

É projeto porque implica direção, sentido e uma forma de florescimento próprio — não um roteiro fixo, mas uma vocação.

Como isso se manifesta na vida concreta?

A Huna sugere que o Sonho Básico de Vida se revela através de:

,●Aquilo que nos move profundamente, mesmo sem explicação racional

●Talentos que parecem inatos, não aprendidos

●Padrões recorrentes de situações e encontros.

●Sensação de “estar no lugar certo” ou de profundo desconforto quando nos afastamos do nosso caminho.

●Sonhos noturnos e imagens simbólicas que se repetem ao longo dos anos.

O que impede o Sonho de se realizar?

Para a Huna, os principais obstáculos são os complexos no Unihipili — crenças limitantes, traumas, “pecados” no sentido de erros que cortam a conexão com o Aumakua. Quando há esse bloqueio, a pessoa vive uma vida que não é a sua, afastada do seu Sonho Básico.

O trabalho espiritual e terapêutico dentro da Huna visa exatamente restaurar essa conexão, para que o fluxo entre os três “eus” seja livre — e o Sonho possa se realizar.

Em síntese: o Sonho Básico de Vida, na Psicofilosofia Huna, é simultaneamente uma herança da alma, uma vocação existencial e um projeto cósmico pessoal — trazido de antes, vivido agora, e que aponta para o além.

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A prática da Huna para uma vida plena

Praticar os princípios da filosofia Huna envolve exercícios de conexão e equilíbrio entre os três níveis de consciência (Eu Básico – Hunihipili, Eu Médio – Uhane e Eu Superior – Aumakua).

Abaixo, explico alguns passos e práticas comuns:

  1. Conexão com o Eu Básico (Unihipili)
    Diálogo com o inconsciente: Reconheça e se comunique com o seu Eu Básico como uma “criança interna”. Pergunte a si mesmo sobre emoções, crenças e padrões que o impedem de crescer.

Técnicas de liberação emocional:
Respire profundamente e visualize as emoções negativas se dissolvendo. Pratique o perdão e a aceitação de aspectos reprimidos ou traumatizados.

Repetição de afirmações:
Crie afirmações que fortaleçam a segurança e o autocuidado, ajudando a reprogramar padrões subconscientes.

  1. Desenvolvimento do Eu Médio (Uhane)
    Clareza de objetivos:
    Defina intenções e metas de maneira clara e consciente. A Psico-filosofia Huna acredita que as intenções são a ponte entre o Eu Médio e o Eu Superior.

Exercício de atenção plena:
Pratique a atenção plena, observando seus pensamentos e emoções sem julgamento. Isso ajuda a mente consciente a manter-se alinhada com os objetivos e valores.

Prática da gratidão:
Reconheça as bênçãos diárias, ajudando o Eu Médio a cultivar um estado de harmonia e contentamento.

  1. Conexão com o Eu Superior (Aumakua)
    Meditação e visualização:
    Visualize uma conexão de luz ou energia entre você e um “eu divino”. Essa prática ajuda a receber insights e orientação espiritual.

Oração Huna (Ho’oponopono):
Essa prática de cura envolve perdão e limpeza espiritual. Ela é baseada em quatro frases: “Sinto muito”, “Me perdoe”, “Eu te amo” e “Sou grato”. A prática promove a liberação de bloqueios e de ressentimentos.

Entrega e confiança:
Pratique a entrega, confiando que seu Eu Superior está guiando sua vida para o melhor. Essa prática promove paz e alívio do controle excessivo.

  1. Alinhamento dos três “Eus”
    Respiração profunda e centrada: Faça respirações profundas, visualizando o alinhamento entre os três níveis de consciência. Imagine o Eu Baixo, Eu Médio e Eu Superior se conectando em harmonia.

Prática diária de visualização:
Visualize uma linha de luz que passa pelo seu coração (Eu Médio), desce até o estômago (Eu Baixo) e sobe até o alto da cabeça (Eu Superior), conectando os três Eus

A prática da Huna como filosofia de vida convida à construção de um cotidiano mais harmônico, baseado nos sete princípios que regem essa sabedoria havaiana.

Ao integrar seus ensinamentos, é possível desenvolver uma abordagem prática e consciente para enfrentar os desafios diários, cultivar bem-estar emocional e espiritual e fortalecer a conexão consigo mesmo, com os outros e com o universo.

O primeiro passo na prática da Huna é o autoconhecimento. O princípio IKE (o mundo é o que você pensa que ele é) nos ensina que nossa percepção molda nossa realidade.

Assim, observar nossos pensamentos e crenças é essencial para identificar padrões limitantes e transformá-los em impulsos positivos.

Essa transformação é potencializada pelo princípio KALA (não há limites), que nos lembra que somos livres para nos desapegar das amarras criadas pela mente.

Outro aspecto fundamental é a intenção consciente. Por meio de MAKIA (a energia flui para onde a atenção vai), aprendemos que aquilo em que concentramos nossa energia se expande. Isso reforça a necessidade de manter o foco no que realmente importa, promovendo equilíbrio e eficácia nas ações.

Além disso, MANAWA (agora é o momento de poder) enfatiza o poder do presente. Viver plenamente o agora nos dá acesso à criatividade e ao poder de moldar o futuro.

A prática do amor e da compaixão, através de ALOHA (amar é ser feliz com), promove relacionamentos mais saudáveis e uma perspectiva de vida mais positiva.

Já MANA (todo poder vem de dentro) incentiva a autoconfiança e a auto responsabilidade, essenciais para alcançar metas pessoais e coletivas.

Por fim, PONO (a eficácia é a medida da verdade) nos convida a adotar uma mentalidade prática e flexível, buscando soluções que funcionem e sejam éticas.

Incorporar esses princípios no dia a dia pode incluir meditação, rituais de gratidão, afirmações positivas e ações alinhadas aos valores de amor e equilíbrio.

Assim, a Huna deixa de ser apenas uma filosofia e torna-se um guia prático para uma vida plena e significativa.

Concluindo, a prática da Huna como filosofia de vida oferece um caminho profundo e transformador para quem busca viver com mais equilíbrio, propósito e plenitude.

Seus sete princípios não apenas orientam a percepção da realidade, mas também fornecem ferramentas práticas para enfrentar os desafios diários com amor, consciência e flexibilidade.

Ao integrar esses ensinamentos no cotidiano, bem como, ao lembramos dos conteúdos e significados desses princípios é possível cultivar uma mentalidade mais positiva, fortalecer a conexão com o presente e reconhecer o poder interno que cada indivíduo possui para criar a vida que deseja.

Dessa forma, a Huna transcende a teoria e se torna uma prática viva, capaz de transformar a forma como nos relacionamos com nós mesmos, com os outros e com o mundo ao nosso redor.

Adotar a Huna como guia prático de vida diária é um convite à celebração da vida em sua essência mais harmoniosa e plena.

E como dizia nosso irmão e praticante fervoroso da Huna Mirocem Elias: “mais do que entrar na Huna, deixe a Huna entrar em você!”

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LA’A KEA

“”Na Psicofilosofia Huna, o termo “Laʻa kea” vem do idioma havaiano e carrega um significado profundamente simbólico e espiritual.

🌺 Significado literalLaʻa:

sagrado, consagrado, divinoKea: branco, luz, pureza👉 Portanto, “Laʻa kea” pode ser traduzido como “luz sagrada” ou “pureza divina”.

🌊 Significado na visão dos Kahunas

Para os Kahunas (mestres do conhecimento Huna), “Laʻa kea” não é apenas uma expressão linguística — é um estado de energia e consciência.

Ele representa:

1. A energia espiritual elevadaUma vibração limpa, harmoniosa, ligada ao que há de mais puro no ser humano. É a energia que flui quando a pessoa está alinhada com o amor, a verdade e a intenção correta.

2. A conexão com o Aumakua (Eu Superior)Dentro da estrutura Huna (Unihipili, Uhane e Aumakua), o “Laʻa kea” simboliza a luz que vem do Eu Superior, trazendo orientação, cura e inspiração.

3. Estado de limpeza interior (Kala)Quando a pessoa pratica o perdão, a liberação de memórias e o Ho’oponopono, ela entra em um estado de “Laʻa kea” — livre de bloqueios e em paz.

4. Frequência de cura

Os Kahunas associavam essa energia à capacidade de cura espiritual e emocional. É a energia utilizada em práticas de bênção, imposição de mãos e oração.

🌿 Aplicação práticaViver o “Laʻa kea” é: Cultivar pensamentos limpos e verdadeiros.

Praticar o perdão continuamente

Agir com amor e intenção positivaBuscar harmonia entre corpo, mente e espírito

✨ Síntese“Laʻa kea” é o estado de luz pura dentro de nós — quando estamos alinhados com o divino, em equilíbrio, e permitindo que a energia da cura e da consciência superior flua livremente.

🌞 *Como usar a La‘a Kea na sua vida*

1. Acenda a luz do amor pela manhã Imagine-se envolto por uma luz branca ou dourada e diga mentalmente: “Harmonize este lugar.”

2. Use durante o dia para equilibrar situações Quando sentir tensão ou conflito, visualize a luz envolvendo você e as pessoas envolvidas: “Harmonize as energias entre nós.”

3. Em momentos de estresse físico ou emocional Respire fundo e imagine a luz descendo sobre você, limpando e acalmando: “*Harmonize as energias ao meu redor.*”

4. Para proteção e cura Visualize a luz envolvendo sua casa, família ou amigos: “Guarde este lugar em paz e harmonia.”

Cores que você pode usar:

– Branco – iluminação e cura

– Verde – equilíbrio

– Amarelo – alegria e foco

– Rosa – limpeza emocional

🌺 *Conexão espiritual havaiana*

A La‘a Kea é uma energia de amor, harmonia e consciência divina. Usá-la é alinhar-se com a força espiritual que permeia tudo.

✨ *Caminho prático*

Comece com 5 minutos diários de visualização ao amanhecer ou ao pôr do sol. Com o tempo, isso vira uma prática de autocura e expansão espiritual.

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ASSOCIAÇÃO DE ESTUDOS HUNA

Hoje é um dia muito significativo e especial. Comemoramos hoje 39 anos da existência da Associação de Estudos Huna.

Um pouco da história

A 25 de janeiro de 1987 em Campinas, São Paulo, na residência do casal Kook Weskott ( Jens e Ingrid ), nasceu a Associação de Estudos Huna do Brasil, com a presença cabalística de vinte e uma pessoas. Lá também foi empossada a primeira diretoria, assim constituída:
Presidente de Honra – Dr. Juan Alfredo Cesar Müller, psicólogo, residente em São Paulo.
Presidente – Ceres Elisa da Fonseca Rosas, professora, residente em Canarana – MT.
Vice presidente – Jens Kook Weskott, economista, residente em Campinas – SP.
Secretário – Sérgio Guimarães Pereira Jr., administrador de empresas, residente em São Paulo – SP.
Tesoureiro – Geraldo Fonseca Rosas, astrólogo, residente em Canarana – MT.
Na realidade, há muito mais tempo a Huna já era conhecida no Brasil. Em 1961 o Grupo Editorial Monismo Ltda., publicou o primeiro livro de Max Freedom Long em português: “Milagres da Ciência Secreta”, que se acha esgotado ha longos anos, mas que muitos leram através de cópias xerox cedidas pelos privilegiados que detêm o original.
Em 1975 iniciei meus contatos com a Huna Research Inc., através do endereço fornecido pelo Dr. J. A. C. Müller, que havia se correspondido com o próprio Max Freedom Long. Adquiri as recém-publicadas “Cartas Sobre Huna” e solicitei permissão para traduzi-las, o que me foi graciosamente concedido pelo autor e sucessor de MFL, Dr. Otha Wingo.
Começamos a estudar as Cartas e em 26 / 01 / 1975 realizou-se a primeira reunião oficial de estudos da Huna, em casa do médico oftalmologista Dr. Mário Ribeiro do Valle, Já falecido, e de sua esposa, Dra. Maria José do Valle, com a presença de várias pessoas interessadas nesse estudo. O grupo reuniu-se por algum tempo até que se dispersou. A Huna atingiu o estado de hibernação, por algum tempo.
Em 1981 mudamos da Capital de São Paulo para Canarana, no Estado de Mato Grosso, e aqui iniciamos um pequeno grupo de estudos de Huna, em 1985. Em 1984 surgiu uma troca de correspondência com Jens Kook Weskott, de Campinas, SP., e através do trabalho dele e de sua esposa Ingrid, bem como do dedicado Jorge Wandesment Berard e sua esposa Glória, começou o Grupo de Estudos a reunir-se na Escola Christma, a 06 de julho de 1984. Em maio de 1985 tive o prazer de receber o primeiro exemplar das “Cartas Sobre Huna”, vol. I e II impresso sob o patrocínio do Grupo de Campinas, especialmente do Jens, Jorge e Paulo Albuquerque. Desde então, muitas pessoas tem lido as Cartas e algumas têm se interessado em seguir a orientação Huna em sua vida.
Atualmente estamos aguardando um editor para “Crescendo Na Luz”, de Max Freedom Long, e que mais pessoas se filiem a nossa Associação, a fim de que possamos tornar mais freqüente a emissão do jornalzinho que hoje estréia, com a colaboração da Prefeitura Municipal de Canarana.
Gostaríamos que todos aqueles que têm tido experiências e obtido resultados através do método do Huna de prece-ação, nos escrevessem narrando sua estoria, a fim de que possamos divulga-la, para servir de estímulo a todos que estejam desejosos de “crescer na luz”.

Na Luz Huna.
Ceres Elisa da Fonseca Rosas.

                                                           

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Foi em abril de 1987 que surgiu pela primeira vez no Brasil o Boletim da Associação de Estudos Huna, fruto dos esforços abnegados da Ceres, Seguindo modelo já adotado na HUNA Research Inc. Apresentamos o editorial que abriu o Boletim Nº 1 da HUNA no Brasil.

O SÍMBOLO HUNA

O símbolo Huna visto no cabeçalho de nossos boletins foi desenhado para a Huna Research Inc., por John B. Bainbridge, de Hollywood, Califórnia. Muitos membros da Huna foram consultado, inclusive um antiquário, Charles W. Kenn, que sugeriu o lema.

O desenho representa os vários elementos da Huna. O ser humano esquematizado, sem sexo definido, foi adaptado de um petroglifo da Ilha do Havaí representa o corpo físico. Está rodeado de perto pelo corpo aka. As três fileiras do arco-íris têm um significado triplo: representam o Aumakua, o Uhane e o Unihipili; também os três níveis de poder: mana, mana-mana, e mana-loa. Sugere, além disso, que quando você para de persegui-lo, o arco-íris o seque.

A vinha representa o cordão aka, que liga não somente os três eus, nas também uma pessoa à outra. Os cachos de uva são os cachos de formas pensamento usados pelo Unihipili para arquivar na memória e ao enviar o quadro da prece ao Eu superior. O círculo duplo que circunda o desenho tem um duplo significado: eles sugerem o Uhane e o Aumakua e seus corpos aka, bem como o universo pessoal de cada um e o universo maior. O lema havaiano traduzido diz: “A Huna é toda poderosa neste mundo”.

Nossa gratidão pelos gestos de carinho e apreço à AEH de inúmeros associaddos. Registramos aqui algumas manifestações de nossos associados:

SALVE 25 DE JANEIRO! Uma data que iniciou uma história cheia de conhecimentos, buscas, encontros, amigos e a construção de uma TEIA que perdura por 39 anos… Que possamos levar a luz do conhecimento em ações e “alohas” a todos que nos procuram. ♧ sinto-me honrada e privilegiada por estar aqui/agora neste universo de possibilidades que se chama A.E.H!!! Que Kane nos abençoe hoje e sempre. Nery Nalin Seitz

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Hoje dia 25/1 a nossa Associação de estudos Huna está de aniversário.
Quero expressar minha gratidão a esta associação e a todos os que me inspiraram a buscar a Huna como um caminho de autoconhecimento e crescimento espiritual.
Eu honro a todos através do aprendizado que tive e que virou uma prática.
Sou grata pela luz compartilhada e que minhas escolhas reflitam o que aprendi nesta jornada para q tudo seja vivenciado com mais clareza de visão, esclarecimento, presença, foco, bençãos e eficácia.
Que a AEH possa cumprir seu papel de compartilhar esse conhecimento na Teia Aka e vibrar no Aloha.
Gratidão às valorosas diretorias q levam adiante esta missão.
Gratidão Huna. Gratidão AEH.
Gratidão a todos os sustentam esse caminho.
Aloha Mahalo. Solange Dal Pizzol De Toni

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Reforçamos e reiteramos as significativas palavras da Maura, Solange, Telmo e nos sentimos imensamente felizes por fazermos parte desta teia e deste sopro de vida que o espírito de ALOHA nos oferece em todos os momentos, em todos os nossos dias, fazendo parte do nosso cotidiano! Que o aprendizado seja contínuo e que Tane continue abençoando e iluminando essas pessoas maravilhosas que direcionam a Associação e aos colaboradores que se dedicam a perpetuar os ensinamentos da Huna! Emocionadas, gratas e felizes por este aqui agora, nosso abraço carinhoso a todos! Isaura e Dóra

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Bom dia, gente querida e muito amada!!!
Parabéns a todas e todos que com sua sensibilidade e estudos contribuíram e contribuem para a construção e disseminação dos conhecimentos e da pratica da Huna. Hoje comemoramos os 39 anos da fundação da Associação de Estudos Huna. Um precioso tesouro e um privilégio de estar neste grupo tão especial…. Minha eterna Gratidão a todos!!! Maura Chezzi

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Parabéns de coração para coração. Lembro até hoje qd conheci Heloísa e a Huna, aproximadamente 35 anos. Fui indicada pelo Rogério Trucolo, levei uma amiga e a pergunta da Heloísa, quem quer fazer psicologia?
Eu não parava de pensar um só dia que queria ser psicóloga.
Hoje sou, muito obrigada, aproveito muito do nosso conhecimento no consultório.
Breve estarei voltando ao grupo. Alohaaaa Aumamá. Marise Pozza

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Congratulações aos colaboradores que vêm mantendo ativa a AEH.
Meus cumprimentos. Alexandre Albizzati

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Com a família Huna sempre boas lembranças. Iara M. C. De Oliveira

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Parabéns a todos e todas, pelo grande aprendizado feito através dos conhecimentos da Huna. Gratidão querida família Huna. Helena Maria da Silveira

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Parabéns a todos que se dedicaram a deixar tanto para deixar ao nosso alcance esse conhecimento! Sejam todos abençoados! Celina Pareira

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A Huna não te dá louros, te dá fico, te mostra há outras possibilidades, faz valorizar o agora aqui, te substancia com força faz valer o valor de cada passo, te abençoa, te da resistência, te faz entender porque está aqui e aonde quer chegar e como ver teu valor interno. Esteja atento.
Parabenizo os estandartes dessa proposta. A diretoria atual distribuindo tudo o que as anteriores assentaram. Muito MAHALO. Juracilda Pertile