Associação de Estudos Huna

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Reflexologia

A reflexologia é uma prática terapêutica que atua nos pontos de pressão, muito explorados pela milenar medicina chinesa.

Os pontos de pressão se relacionam com órgãos do corpo.

E o estímulo desses pontos pode fazer maravilhas para a nossa saúde.

A reflexologia pode ser feita nos pés, nas mão e no rosto.

Hoje nós vamos mostrar como usar pontos de pressão existentes no nosso rosto para combater sintomas como a dor.

Vamos mostrar os principais pontos de pressão na face e como você pode usá-los em si mesmo ou nos outros.

Em alguns casos, os resultados são imediatos.

Um exemplo é o tratamento da dor.

O alívio é imediato!

Como fazer essa prática?

Não é difícil.

Primeiro, você precisa saber que não deve pressionar nenhuma área com muita força.

Evite mexer em lugares machucados ou com cicatrizes recentes.

Esses cuidados servem para evitar lesões.

Procure sempre massagear o corpo com óleo, para eliminar atritos e evitar irritações na pela.

Você está ansioso, estressado e sofre com sintomas como insônia e dor de cabeça?

A pressão no ponto 3 (ver imagem abaixo) é excelente para aliviar ansiedade, estresse, fadiga, insônia e dores de cabeça.

Reflexologia no rosto - pontos de pressão

Faça o teste e comprove: quando sentir uma de cabeça, pressione esse ponto sem muita força – mas com firmeza – e veja o que acontecerá em poucos minutos.

A imagem mostra os pontos e os órgãos a que eles se ligam:

  1. Intestino delgado
  2. Bexiga
  3. Fígado
  4. Coração
  5. Rins
  6. Vesícula biliar
  7. Estômago
  8. Pulmões
  9. Intestino grosso
  10. Genitais
  11. Pâncreas

Se tiver problema ou sentir dor nesses órgãos, pressione os pontos correspondentes a eles no seu rosto.

A pressão, repetimos, é firme, porém não é agressiva.

Uma simples massagem já servirá como estímulo e ajudará a aliviar problemas de saúde.

Se conhecer um bom profissional da área de reflexologia, vale a pena o investimento de se consultar com ele.

Fonte: Cura Pela Natureza

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O Sangue Nos Torna Parentes, Mas a Lealdade Nos Faz Família

“Viemos a este mundo como caídos de uma chaminé. No momento, estamos ligados a um número de pessoas com as quais partilhamos sangue, genes. Uma família que nos encaixará em seus mundos particulares, em seus modelos educacionais, e tentam incutir os seus valores, às vezes de forma bem sucedida…”

Todo mundo tem uma família. Ter uma família é coisa fácil: todos nós temos uma origem e algumas raízes. No entanto, mantê-la e construí-la, alimentando os vínculos a cada dia para chegar a estar unida, é outro nível.

Nós todos temos mães, pais, irmãos, tios… às vezes grandes núcleos com membros com os quais eventualmente deixamos de ver e conversar. Devemos nos sentir culpados por isso?

A verdade é que às vezes parecia quase uma obrigação “moral” conviver com este primo com o qual compartilhamos tão poucos interesses, e tantos desprezos nos fez ao longo de nossa vida. Talvez o sangue nos una, mas a vida não nos encaixe em todas as partes, de modo que nos afastamos.

Mas o que acontece quando falamos da família mais próxima? Como nossos pais ou irmãos?

O vínculo vai além do sangue

Às vezes, tendemos a pensar que ser uma família significa compartilhar algo mais do que o sangue ou árvore genealógica. Algumas pessoas, quase inconscientemente, acreditam que uma criança deve ter os mesmos valores que os pais, compartilhar da mesma ideologia e ter um padrão de conduta semelhante.

Alguns pais se surpreendem sobre quão diferentes irmãos podem ser entre si… Como pode isso, se são todos filhos do mesmo ventre? É como se dentro da família tivesse que haver uma harmonia explícita, onde não exista diferenças excessivas, onde ninguém deva sair do “padrão” e tudo é controlado e ordenado.

Agora, algo que deve ficar claro é que a nossa personalidade não é 100% geneticamente transmitida. Podem ser herdados alguns traços e, certamente, vivendo em um ambiente compartilhado, vamos compartilhar uma série de dimensões. Mas as crianças não são moldes dos pais, e os pais nunca conseguirão que as crianças sejam totalmente de acordo com suas expectativas.

A personalidade é dinâmica, construída todos os dias e não obedece às barreiras que às vezes tentam levantar os pais ou mães. Assim, por vezes, as decepções habituais, confrontos, divergências… aparecem.

Para criar uma ligação forte e segura em nível familiar, as diferenças devem ser respeitadas, promoverem a independência e segurança. A essência de cada pessoa em sua maravilhosa individualidade deve ser respeitada, sem censurar cada palavra e comportamento…

Fonte: O Segredo

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Vamos Viver a Huna e o Xamanismo Havaiano?

Convidamos você a participar de um encontro diferente; entrar em contato com a sabedoria dos antigos Kahunas, do antigo Havaí.

Provavelmente, você já deve ter pensado em como ter uma vida mais harmoniosa, com saúde e alegria. Como se libertar de velhas crenças que engessam o crescimento do ser humano? Como encontrar valores verdadeiros que deem um sentido à sua vida e à dos seus familiares? Como sentir que tudo no Universo, apesar das circunstâncias e das aparências, está em perfeita harmonia?

Você poderá encontrar na Huna muitas respostas para essas perguntas. E o que é a Huna?

A Huna é um sistema psicofilosófico que tem como objetivo principal oferecer condições para o autoconhecimento e apontar caminhos para a transformação. Traz em si conhecimentos profundos legados por um povo muito antigo. Sua prática associada ao Xamanismo Havaiano conduz o ser humano a um estado saudável, para que possa viver em harmonia consigo e com as pessoas que estão ao seu redor, proporcionando assim uma vivência mais intensa com a natureza.

Não é uma doutrina religiosa, mas absorve e dá ao homem o verdadeiro sentido de religiosidade. Desenvolve no ser humano a capacidade de se sentir melhor e, assim, descobrir o seu poder interior, que geralmente existe em nós em estado potencial. A Huna nos dá coragem para trabalhar nossas desarmonias, buscando um entendimento através de uma percepção que nos faz crescer espiritualmente. Esse crescimento é fruto das ações mentais e físicas experienciadas no dia a dia, que clareia a nossa visão interior; ela nos mostra aos poucos o caminho e nos conduz a nós mesmos pelo desvendar dos mistérios contidos em seus antigos ensinamentos. É pela prática do xamanismo havaiano, que se desobstrui o caminho limpando o unihipili das memórias fixadas por traumas e valores que formam os padrões responsáveis por nossa conserva cultural. Deles tiramos as vivências sociais em todo sentido; essa conserva cultural é a base da sobrevivência do ser humano, mas não pode ficar estagnada nos antigos e, muitas vezes, nos atuais padrões que ditam nossa conduta ilusoriamente adaptando-nos ao ambiente, e, à permanência desses padrões provocam uma estagnação mental e espiritual que tem como uma das causas, a ignorância, o primeiro dos desafios dos sete Princípios do Xamanismo havaiano; uma das causas dessa ignorância interior é o apego que cultivamos pelo aprendizado conservador que os costumes ditados pelo social nos impõem. Isso nos prende a esses apegos trazidos em nosso “sonho básico de vida” para serem trabalhados pela reformulação das memórias em nossas experiências durante toda a vida atual.

Será que de vez em quando somos capazes de parar e verificar que nossa ignorância nos limita, nos confunde, nos faz procrastinar e causa raiva, medo e dúvida? Será que mesmo ao perceber essas situações que criamos impedem-nos de viver mais livremente, teremos a coragem e a vontade para mudanças? Geralmente sentimos que mudanças implicam em perdas e o apego não admite perdas, por julgarmos ser muitas vezes situações adquiridas com sofrimentos e sacrifícios. É mais fácil continuarmos aprisionados aos costumes do que dar início a renovações interiores, mesmo porque, geralmente, não percebemos a verdadeira situação em que vivemos. A comodidade é uma boa conselheira do apego, e viver comodamente em nosso desejado conforto econômico e social arraigados aos valores e padrões limitadores, nos trava espiritualmente, até que o corpo comece a sofrer as consequências dessa ilusão. Isso é provocado pela desarmonia criada entre uhane (consciente) e unihipili (subconsciente), e reflete fisicamente por sintomas e doenças que tiram toda a tranquilidade que pensávamos estar usufruindo, e nos faz pensar mais seriamente em mudanças de costumes que aos poucos vão mexendo com nossa percepção, conduzindo-nos para o lado espiritual da vida. Esse é o primeiro passo para trabalharmos os apegos. É um passo difícil e muitas vezes, terminado o sofrimento, voltamos a ter pensamentos semelhantes aos anteriores, se bem que nunca serão mais iguais aos primeiros; não é possível vivenciarmos a mesma experiência mais de uma vez, pois os tempos e os espaços são diferentes.

Nesse estágio a Huna pode nos ajudar muito, dando-nos condições para outro tipo de aprendizado que nos leva a um novo modo de pensar, vontade para rompermos com muitos valores e padrões estagnados, e nos faz enxergar outras formas de viver mais suaves e agradáveis do que a atual. Vamos verificar se isso é uma verdade ou uma ilusão? Adquira coragem; vá, estude, pratique e depois diga a si mesmo que o viver ficou mais fácil, mais tranquilo e com muita paz interior.

Dê vazão a sua vontade, aja e veja como ficou a sua vida!

Aloha!

Sebastião de Melo

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A Lembrança de Nossa Origem Estelar

Quanto a estrela de Sirius e o Sol nascem juntos, o Sol se Mescla com a estrela para criar uma “nova frequência”. Essa então é assimilada pela Terra e é percebida como uma fase inicial ou um “Ano Novo”, com a culminância em primeiro de janeiro, época em que muitas pessoas da Terra dão boas-vindas ao Ano Novo.

Assim é mantida uma conexão inconsciente com a energia do Sol e Sirius, interagindo com a Terra, mantendo os seres humanos ligados à sua origem estelar.

A cada ano novo temos a oportunidade de nos tornarmos mais conscientes, perceptivos e intuitivos.

Ao entrarmos conscientemente em sintonia com as frequências de um ano novo, conseguimos ativar o potencial humano latente e despertar para quem nós realmente somos e para o que estamos aqui e agora.

À medida que esta consciência torna possível a chave do DNA da espécie humana, adquirimos então a permissão da “Alma”, ou “Semente Estelar” individual, de acessar e lembrar nossa linhagem e genealogia estelar.

Todos os seres humanos vieram de descendentes das estrelas. A forma humana como conhecemos, veio trazida à Terra do pó das estrelas.

Todos os anos, de 29 de janeiro a 14 de fevereiro, quando nosso Sol está alinhado com as estrelas da constelação de Delphinos (golfinhos), nossos guias nos intuem para a busca de nossas origens como seres humanos e mais além, em outro nível de SER.

Então podemos trabalhar de forma apropriada com nossos corpos, como sementes estelares. Nossas vidas estelares passadas podem ser vistas como aspectos de nós, vivendo numa dimensão diferente.

É necessário trabalhar consciente e corretamente, para tornar possível a integração consciente do aspecto de nós mesmos, vivendo nessa época e nesse corpo, e nossos seres estelares.

Isso é bem concebível pela consciência humana na terra, na forma de extraterrestres, Mestres do plano interior ou Seres de Luz.

É importante reconhecer que tudo faz parte de uma mesma “unidade”, essa percepção auxiliará na integração dos aspectos de nós mesmos, que nos capacitam a “despertar” para a consciência da “Estrela da Alma” que nos anima.

Agora é hora de recordar a nossa “Eternidade”.

Macro-salvação: 319817318

Limpeza global através dos portais do universo: 91981371

Auto-cura da Alma: 8827465

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A Paz Reside Em Não Julgar

Pense no que vai dizer antes de abrir a boca. Seja breve e preciso, já que cada vez que deixa sair uma palavra, deixa sair uma parte da sua energia.

Assim, aprenderá a desenvolver a arte de falar sem perder energia.

Nunca faça promessas que não possa cumprir. Não se queixe, nem utilize palavras que projetem imagens negativas, porque se reproduzirá ao seu redor tudo o que tenha fabricado com as suas palavras carregadas de energia.

Se não tem nada de bom, verdadeiro e útil a dizer, é melhor não dizer nada.

Aprenda a ser como um espelho: observe e reflita a energia.

O Universo é o melhor exemplo de um espelho que a natureza nos deu, porque aceita, sem condições, os nossos pensamentos, emoções, palavras e ações, e envia-nos o reflexo da nossa própria energia através das diferentes circunstâncias que se apresentam nas nossas vidas.

Se identifica-se com o êxito, terá êxito. Se identifica-se com o fracasso, terá fracasso.

Assim, podemos observar que as circunstâncias que vivemos são simplesmente manifestações externas do conteúdo da nossa conversa interna. Aprenda a ser como o universo, escutando e refletindo a energia sem emoções densas e sem preconceitos.

Porque, sendo como um espelho, com o poder mental tranquilo e em silêncio, sem lhe dar oportunidade de se impor com as suas opiniões pessoais, e evitando reações emocionais excessivas, tem oportunidade de uma comunicação sincera e fluida.

Não se dê demasiada importância e seja humilde. Pois quanto mais se mostra superior, inteligente e prepotente, mais se torna prisioneiro da sua própria imagem e vive num mundo de tensão e ilusões.

Seja discreto, preserve a sua vida íntima. Desta forma libertar-se-á da opinião dos outros e terá uma vida tranquila e benevolente, invisível, misteriosa, indefinível, insondável como um grande sábio.

Não entre em competição com os demais, a terra que nos nutre dá-nos o necessário. Ajude o próximo a perceber as suas próprias virtudes e qualidades, a brilhar. O espírito competitivo faz com que o ego cresça e, inevitavelmente, crie conflitos.

Tenha confiança em si mesmo. Preserve a sua paz interior, evitando entrar na provação e nas trapaças dos outros.

Não se comprometa facilmente, agindo de maneira precipitada, sem ter consciência profunda da situação.

Tenha um momento de silêncio interno para considerar tudo que se apresenta e só então tome uma decisão.

Assim desenvolverá a confiança em si mesmo e a Sabedoria. Se realmente há algo que não sabe, ou para que não tenha resposta, aceite o fato.

Não saber é muito incômodo para o ego, porque ele gosta de saber tudo, ter sempre razão e dar a sua opinião muito pessoal. Mas, na realidade, o ego nada sabe, simplesmente faz acreditar que sabe.

Evite julgar ou criticar. O verdadeiro sábio é imparcial nos seus juízos: não critica ninguém, tem uma compaixão infinita e não conhece a dualidade.

Cada vez que julga alguém, a única coisa que faz é expressar a sua opinião pessoal, e isso é uma perda de energia, é puro ruído. Julgar é uma maneira de esconder as nossas próprias fraquezas.

O sábio tolera tudo sem dizer uma palavra. Tudo o que o incomoda nos outros é uma projeção do que não venceu em si mesmo.

Deixe que cada um resolva os seus problemas e concentre a sua energia na sua própria vida. Ocupe-se de si mesmo, não se defenda.

Quando tenta defender-se, está a dar demasiada importância às palavras dos outros, a dar mais força à agressão deles.

Se aceita não se defender, mostra que as opiniões dos demais não o afetam, que são simplesmente opiniões, e que não necessita de os convencer para ser feliz.

O seu silêncio interno torna-o impassível. Faça uso regular do silêncio para educar o seu ego, que tem o mau costume de falar o tempo todo. Pratique a arte de não falar.

Tome algumas horas para se abster de falar. Este é um exercício excelente para conhecer e aprender o universo do saber ilimitado, em vez de tentar explicar o que é esse saber.

Progressivamente desenvolverá a arte de falar sem falar, e a sua verdadeira natureza interna substituirá a sua personalidade artificial, deixando aparecer a luz do seu coração e o poder da sabedoria do silêncio.

Graças a essa força, atrairá para si tudo o que necessita para a sua própria realização e completa libertação.

Porém, tem que ter cuidado para que o ego não se infiltre.

O Poder permanece quando o ego se mantém tranquilo e em silêncio. Se o ego se impõe e abusa desse Poder, este converter-se-á num veneno, que o envenenará rapidamente.

Fique em silêncio, cultive o seu próprio poder interno. Respeite a vida de tudo o que existe no mundo.

Não force, manipule ou controle o próximo. Converta-se no seu próprio Mestre e deixe os demais serem o que têm a capacidade de ser.

Fonte: Fãs da Psicanálise