Associação de Estudos Huna

Posts by Heloisa Emer

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A Técnica dos Nove Degraus Dourados

Visualize-se de pé diante de uma escada de degraus dourados. Compreenda que essa escada levará você ao futuro. À medida em que prossegue rumo ao futuro, você começará a perceber informações que necessita conhecer para seu bem e seu ganho.

Degrau Um – Sinta cada músculo de seu corpo começar a relaxar. Com cada inspiração que toma, você sente que está relaxando cada vez mais e mais. Com cada respiração que toma você sente que seus sentidos estão se tornando mais aguçados, sua mente mais clara.

Degrau Dois – Compreenda que, a cada degrau para cima que você galga, você estará se movendo cada vez mais perto do futuro – mais perto da percepção de uma habilidade, um dote, um conhecimento que você será capaz de usar na sua experiência de vida atual.

Degrau Três – Sinta uma nova energia entrando em seu corpo. Com cada respiração que toma, está sentindo-se mais focalizado, mais centrado.

Degrau Quatro – Você está ciente de uma bela energia de paz e amor que entram em sua consciência. E com cada respiração que toma, você está se tornando mais e mais relaxado.

Degrau Cinco – Sinta uma nova confiança entrando em sua consciência. Você sabe que é uma entidade que está evoluindo espiritualmente, movendo-se para nova conscientização, novas oportunidades de crescimento e ganho. Sinta o entendimento permeando em sua própria essência.

Degrau Seis – Saiba e reconheça que sua nova conscientização sempre o levará ao futuro para perceber e compreender o amanhã em uma forma que servirá ao UNO e à LUZ. Saiba e compreenda que você tem a capacidade de perceber o futuro e a transformar a energia do amanhã em uma realidade nova e mais criativa, hoje.

Degrau Sete – Com cada respiração que toma, você está se tornando mais relaxado, mais em paz, mais unido à abençoada Harmonia que governa o Universo. Você sabe que tem a capacidade – será para o seu bem e seu ganho – de perceber aquela faceta do futuro, sobre a qual você deve ter o conhecimento.

Degrau Oito – Saiba e compreenda que os desafios do amanhã podem também enriquecer a sabedoria de hoje. Saiba e entenda que você tem a capacidade de perceber aquilo que necessita saber para ajudá-lo a construir um presente mais positivo, a construir um hoje mais harmonioso. Saiba e compreenda que quando você pisar no Degrau número nove, será capaz de ver-se em uma vida futura. Será capaz de ver-se fazendo algo, realizando alguma atividade ou interagindo com materiais que terão um significado para as tarefas de hoje. Será capaz de saber e compreender aquilo que estiver fazendo. Saberá e entenderá como você será capaz de transformar este novo conhecimento, esta nova habilidade, esta nova capacidade, em uma aplicação prática para o hoje. Saberá e entenderá todas estas coisas quando você pisar no Degrau Número Nove.

Degrau Nove – Veja diante de si agora o maravilhoso Degrau Nove. Você sabe e entende que somente verá aquilo que necessita ver para seu bem e para o enriquecimento de sua vida atual.

Pise no Degrau Nove. Veja diante de si agora, aquilo que você deve perceber para seu bem, seu ganho e o enriquecimento de sua vida atual. Você saberá e entenderá perfeitamente aquilo que estiver percebendo e como irá transformá-lo em produtividade positiva e enriquecimento de sua vida HOJE.

Você retornará para a completa consciência quando desejar.

Artigos

Os Cristais

Os cristais são luz congelada, solidificada. O cristal de quartzo é uma fonte de poder proveniente de tudo o que é. Os cristais resplandecem à reverência que se faz. O Mestre Hilarion ensinou como usar os cristais durante a meditação. Eles aceleram o processo de sintonização e comunicação cósmica.

Para receber a telepatia prende-se seu cristal contra a testa, entre os olhos, diretamente em frente à glândula pituitária, numa pressão moderada e firme. O cristal aumentará a atividade dessa importante glândula.

Quando desejar enviar ou transmitir sua mensagem, coloque o cristal sobre a cabeça, na zona do chakra coronário, para conseguir um grau superior de força de pensamento.

Nas meditações, os orientais costumam colocar as palmas das mãos para cima, num gesto de receber, deixando que caiam suavemente sobre as coxas.

Nossos pés também são proeminentes receptores, você sabia? Um conjunto de vasos sanguíneos existentes ali também ajudam a receptividade, juntamente com as mãos.

As palmas abertas e as plantas dos pés virados de lado podem fazer uma boa diferença. Um costume muito antigo é tirar os sapatos em um lugar sagrado.

Na sua privacidade, se for possível, deixe seus pés descalços. A planta do pé é uma zona de entrada de energia, sem dúvida.

Boletins

Boletim 113

Aloha pessoal

O novo boletim de número 113 já está no site.
Muito oportuno, nos dá dicas do porquê sintonizamos com energias negativas.
E onde está o tesouro?
Importante lembrar de “sermos gratos”, ao invés do velho hábito de queixar-se.
Assim damos seguimento à prática da Huna, que é onde ela age em nossa vida.

Aloha Nui Loa

 

Artigos

Citação dos Abraham

Há uma grande mistura lá fora, e há muitas coisas diferentes acontecendo, e não há um único modo destinado a estar certo. Assim como não há uma única cor, ou uma única flor, ou um único vegetal, ou uma única impressão digital. Não há aquilo que esteja certo sobre todos os outros. A variedade é o que fomenta a criatividade. E, então, você diz “tudo bem, aceito que há bastante variedade, mas não gosto de…comer pepinos.” Não coma pepinos, então. Mas não peça que eles sejam eliminados e não condene os que gostam de comê-los. Não fique nas esquinas empunhando cartazes que proíbam as coisas que você não gosta. Não arruíne sua vida debatendo-se contra. Ao contrário disso, diga “ao invés daquilo, eu escolho isso aqui. Pois isso me agrada.”

Artigos

O Grande Gatsby

Esta pequena tradução do início do capítulo I, para nós da Huna, serve para percebermos como um escritor famoso (de grau biométrico provavelmente elevado) conseguiu analisar e constatar qualidades a respeito do intelecto e da personalidade humana, sem julgamento e sem se ligar, assumindo o problema analisado.

Ceres Eliza da Fonseca Rosas

CAPÍTULO I do livro “The Great Gatsby”, de F. Scott Fitzgerald.

Nos primeiros e mais vulneráveis anos de minha juventude meu pai deu-me uma recomendação que tem estado em minha mente desde então.

“Sempre que você se sentir com vontade de criticar alguém”, disse-me ele, “apenas lembre-se que a maioria das pessoas do mundo não terão tido as vantagens que você teve.”

Ele não me disse mais nada, mas nós sempre temos estado extraordinariamente comunicativos de uma maneira reservada e eu entendi que ele queria dizer muito mais que isso. Consequentemente, tenho me refreado de todos julgamentos, um hábito que tem aberto para mim muitas qualidades curiosas e também me tornou vítima de experimentar não poucos aborrecimentos. O intelecto mal formado é rápido em detectar e se ligar a esta qualidade quando ela aparece em uma pessoa normal, e assim aconteceu que quando eu estava no colégio fui injustamente acusado de ser um político perspicaz, porque eu era o confidente de rudes e estranhos homens. A maior parte das confidências eram não-procuradas – frequentemente eu fingia sono, preocupação, ou uma hostil leviandade quando percebia por um sinal inequívoco de que uma revelação íntima estava tremulando no horizonte; porque as revelações íntimas dos jovens, ou pelo menos nos termos nas quais as expressam, eram geralmente plagiarizadas e reticentes por evidente supressão. Reprimir-se de julgar é um assunto de infinita expectação. Eu estou ainda um pouco receoso de falhar em alguma coisa se esquecer isso, como meu pai orgulhosamente sugeriu, e eu orgulhosamente repito, que um senso de decência fundamental é desigualmente distribuída ao nascimento.

E depois de ostentar esse modo de minha tolerância, cheguei a admitir que isto tinha um limite. A conduta pode ser provida na dura rocha ou nos pântanos úmidos, mas depois de certo ponto, eu não me importo como ela é alcançada. Quando no último outono eu voltei do Leste, senti que queria o mundo em uniformidade e um tipo de atenção moral para sempre; não desejava mais as excursões tumultuosas com privilegiados gozos passageiros dentro do coração humano. Somente Gatsby, o homem que deu seu nome para este livro, estava eximido de minhas reações – Gatsby que representou tudo para o qual tenho um franco desdém. Se a personalidade é uma série inquebrantável de ditosas ações, então há alguma coisa esplêndida sobre ele, alguma aumentada sensibilidade para as promessas da vida, como se ele fosse refratário a uma dessas intrincadas máquinas que registram terremotos a dez mil milhas de distância. Esta conformidade não tem nada a ver com essa frouxa impressionabilidade que é dignificada sob o nome de “temperamento criativo” – era uma extraordinária dádiva para a esperança, uma disposição romântica tal como eu jamais havia achado em qualquer outra pessoa e que não é provável que volte achar novamente. Não – Gatsby continuou impassível até o fim; e é o que devorou Gatsby, aquela poeira flutuando no despontar de seus sonhos, que temporariamente liquidou meu interessa nas abortivas tristezas e sucinta relação humana.

(1925 – primeira edição do livro “The Great Gatsby”, de F. Scott Fitzgerald)

(1974 – houve um filme da Paramount Pictures apresentado por David Merrick, com Robert Redford e Mia Farrow, dirigido por Jack Clayton e distribuido por Cinema International Corporation)

(2013 – filme de Baz Luhrmann estrelando Leonardo DiCaprio, Tobey Maguire e Carey Mulligan)