Associação de Estudos Huna

Posts by Nery Nalin Seitz

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Meus Eu Superior e Básico

MEUS EU SUPERIOR E BÁSICO

Que estais acima e dentro de mim!

Santificada seja a nossa união.

Venham até meu corpo físico e que seja feita a vossa vontade e não a minha e, que ela se faça em todos os níveis do meu ser, pois me conhece desde a primeira respiração!

Que o pão do conhecimento me seja oferecido no momento presente e, que eu esteja aberto para entendê-lo.

Perdoai minhas falhas e me dê amor para o não julgamento.

Permita-me estar em harmonia com a vossa presença assim na terra, meu corpo, como no céu, minha mente!

AUMAMA!

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He Pule No Kela A Me Keia La – Uma Prece Diária

E o’u mau kia’i mai ka po mai – Oh, meus guardiões, da mais remota antiguidade…

E nana ia mai ka hale o kakou – Atentem sobre nosso lar…

Mai luna a lalo – De cima a baixo,

Mai kahi kihi a kahi kihi – De um canto ao outro,

Mai Ka hikina a ke homohana – Do oeste ao leste,

Mai ka uka a he kai – Das terras altas ao mar,

Mai loko a waho – De dentro para fora

Kia’i ‘ia, malama ‘ia – Atentem para nosso lar e o proteja,

E pale aku i na ho’opilikia ana i ko kakou nohona – Defendam-no contra tudo o que possa incomodar nossa vida aqui!

Amama Ua noa – Está feito!

Encontros

Programação do Encontro Huna em Otávio Rocha

Baixar PDF da programação

Clique aqui para informações detalhadas sobre hospedagem e refeições

ALGUNS LEMBRETES IMPORTANTES PARA O ENCONTRO

  • O Hotel não aceita nenhum Cartão de Crédito ou Débito. Apenas pagamento em Dinheiro ou Cheque.
  • O Hotel não possui Bombona com água Mineral, portanto quem quiser poderá levar e abastecer-se com Água Mineral em garrafas, garrafinhas e garrafões.
  • Há Frigobar nos quartos para armazenamento de água e afins.
  • Há Chá e Café na Recepção e Copa para preparo de Chá e Chimarrão.
  • Nos quartos há toalhas, sabonetes, secador de cabelo, mas… não há shampoo.
  • Ao sair dos quartos, fechar as janelas e porta e deixar a chave na Recepção.
  • A TAXA DE INSCRIÇÃO É: R$20,00 para Sócio e R$40,00 para Não-Sócio.

RECOMENDAMOS LEVAR OS SEGUINTES ACESSÓRIOS NECESSÁRIOS PARA O “ENCONTRO”:

  • Repelente de insetos
  • Esteira e/ou toalha e/ou cobertinha
  • Abrigo, agasalho e/ou roupa confortável
  • Tênis e/ou sapato confortável e seguro para caminhadas e trilhas
  • Protetor solar, chapéu
  • Abrigo para chuva (solicitamos “grokking” para clima favorável)

Grupo A LA NUI – Caxias do Sul

Aloha

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O Sangue Nos Torna Parentes, Mas a Lealdade Nos Faz Família

“Viemos a este mundo como caídos de uma chaminé. No momento, estamos ligados a um número de pessoas com as quais partilhamos sangue, genes. Uma família que nos encaixará em seus mundos particulares, em seus modelos educacionais, e tentam incutir os seus valores, às vezes de forma bem sucedida…”

Todo mundo tem uma família. Ter uma família é coisa fácil: todos nós temos uma origem e algumas raízes. No entanto, mantê-la e construí-la, alimentando os vínculos a cada dia para chegar a estar unida, é outro nível.

Nós todos temos mães, pais, irmãos, tios… às vezes grandes núcleos com membros com os quais eventualmente deixamos de ver e conversar. Devemos nos sentir culpados por isso?

A verdade é que às vezes parecia quase uma obrigação “moral” conviver com este primo com o qual compartilhamos tão poucos interesses, e tantos desprezos nos fez ao longo de nossa vida. Talvez o sangue nos una, mas a vida não nos encaixe em todas as partes, de modo que nos afastamos.

Mas o que acontece quando falamos da família mais próxima? Como nossos pais ou irmãos?

O vínculo vai além do sangue

Às vezes, tendemos a pensar que ser uma família significa compartilhar algo mais do que o sangue ou árvore genealógica. Algumas pessoas, quase inconscientemente, acreditam que uma criança deve ter os mesmos valores que os pais, compartilhar da mesma ideologia e ter um padrão de conduta semelhante.

Alguns pais se surpreendem sobre quão diferentes irmãos podem ser entre si… Como pode isso, se são todos filhos do mesmo ventre? É como se dentro da família tivesse que haver uma harmonia explícita, onde não exista diferenças excessivas, onde ninguém deva sair do “padrão” e tudo é controlado e ordenado.

Agora, algo que deve ficar claro é que a nossa personalidade não é 100% geneticamente transmitida. Podem ser herdados alguns traços e, certamente, vivendo em um ambiente compartilhado, vamos compartilhar uma série de dimensões. Mas as crianças não são moldes dos pais, e os pais nunca conseguirão que as crianças sejam totalmente de acordo com suas expectativas.

A personalidade é dinâmica, construída todos os dias e não obedece às barreiras que às vezes tentam levantar os pais ou mães. Assim, por vezes, as decepções habituais, confrontos, divergências… aparecem.

Para criar uma ligação forte e segura em nível familiar, as diferenças devem ser respeitadas, promoverem a independência e segurança. A essência de cada pessoa em sua maravilhosa individualidade deve ser respeitada, sem censurar cada palavra e comportamento…

Fonte: O Segredo

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Vamos Viver a Huna e o Xamanismo Havaiano?

Convidamos você a participar de um encontro diferente; entrar em contato com a sabedoria dos antigos Kahunas, do antigo Havaí.

Provavelmente, você já deve ter pensado em como ter uma vida mais harmoniosa, com saúde e alegria. Como se libertar de velhas crenças que engessam o crescimento do ser humano? Como encontrar valores verdadeiros que deem um sentido à sua vida e à dos seus familiares? Como sentir que tudo no Universo, apesar das circunstâncias e das aparências, está em perfeita harmonia?

Você poderá encontrar na Huna muitas respostas para essas perguntas. E o que é a Huna?

A Huna é um sistema psicofilosófico que tem como objetivo principal oferecer condições para o autoconhecimento e apontar caminhos para a transformação. Traz em si conhecimentos profundos legados por um povo muito antigo. Sua prática associada ao Xamanismo Havaiano conduz o ser humano a um estado saudável, para que possa viver em harmonia consigo e com as pessoas que estão ao seu redor, proporcionando assim uma vivência mais intensa com a natureza.

Não é uma doutrina religiosa, mas absorve e dá ao homem o verdadeiro sentido de religiosidade. Desenvolve no ser humano a capacidade de se sentir melhor e, assim, descobrir o seu poder interior, que geralmente existe em nós em estado potencial. A Huna nos dá coragem para trabalhar nossas desarmonias, buscando um entendimento através de uma percepção que nos faz crescer espiritualmente. Esse crescimento é fruto das ações mentais e físicas experienciadas no dia a dia, que clareia a nossa visão interior; ela nos mostra aos poucos o caminho e nos conduz a nós mesmos pelo desvendar dos mistérios contidos em seus antigos ensinamentos. É pela prática do xamanismo havaiano, que se desobstrui o caminho limpando o unihipili das memórias fixadas por traumas e valores que formam os padrões responsáveis por nossa conserva cultural. Deles tiramos as vivências sociais em todo sentido; essa conserva cultural é a base da sobrevivência do ser humano, mas não pode ficar estagnada nos antigos e, muitas vezes, nos atuais padrões que ditam nossa conduta ilusoriamente adaptando-nos ao ambiente, e, à permanência desses padrões provocam uma estagnação mental e espiritual que tem como uma das causas, a ignorância, o primeiro dos desafios dos sete Princípios do Xamanismo havaiano; uma das causas dessa ignorância interior é o apego que cultivamos pelo aprendizado conservador que os costumes ditados pelo social nos impõem. Isso nos prende a esses apegos trazidos em nosso “sonho básico de vida” para serem trabalhados pela reformulação das memórias em nossas experiências durante toda a vida atual.

Será que de vez em quando somos capazes de parar e verificar que nossa ignorância nos limita, nos confunde, nos faz procrastinar e causa raiva, medo e dúvida? Será que mesmo ao perceber essas situações que criamos impedem-nos de viver mais livremente, teremos a coragem e a vontade para mudanças? Geralmente sentimos que mudanças implicam em perdas e o apego não admite perdas, por julgarmos ser muitas vezes situações adquiridas com sofrimentos e sacrifícios. É mais fácil continuarmos aprisionados aos costumes do que dar início a renovações interiores, mesmo porque, geralmente, não percebemos a verdadeira situação em que vivemos. A comodidade é uma boa conselheira do apego, e viver comodamente em nosso desejado conforto econômico e social arraigados aos valores e padrões limitadores, nos trava espiritualmente, até que o corpo comece a sofrer as consequências dessa ilusão. Isso é provocado pela desarmonia criada entre uhane (consciente) e unihipili (subconsciente), e reflete fisicamente por sintomas e doenças que tiram toda a tranquilidade que pensávamos estar usufruindo, e nos faz pensar mais seriamente em mudanças de costumes que aos poucos vão mexendo com nossa percepção, conduzindo-nos para o lado espiritual da vida. Esse é o primeiro passo para trabalharmos os apegos. É um passo difícil e muitas vezes, terminado o sofrimento, voltamos a ter pensamentos semelhantes aos anteriores, se bem que nunca serão mais iguais aos primeiros; não é possível vivenciarmos a mesma experiência mais de uma vez, pois os tempos e os espaços são diferentes.

Nesse estágio a Huna pode nos ajudar muito, dando-nos condições para outro tipo de aprendizado que nos leva a um novo modo de pensar, vontade para rompermos com muitos valores e padrões estagnados, e nos faz enxergar outras formas de viver mais suaves e agradáveis do que a atual. Vamos verificar se isso é uma verdade ou uma ilusão? Adquira coragem; vá, estude, pratique e depois diga a si mesmo que o viver ficou mais fácil, mais tranquilo e com muita paz interior.

Dê vazão a sua vontade, aja e veja como ficou a sua vida!

Aloha!

Sebastião de Melo