Associação de Estudos Huna

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SONO – SONHO & CONSCIÊNCIA (Parte II)

Ignoramos os sentidos internos porque, quando acordados, estamos demasiadamente distraídos com o mundo externo.
Perdemos a percepção de que estamos imersos em inter-vidas, em constante conexão com outros planos e dimensões.

Cada evento, cada situação vivida no corpo físico, é uma experiência materializada,
um fragmento plasmado de vivência multidimensional,
coexistindo com a vida terrena — como ondas que se sobrepõem no oceano da existência.

Quando estamos acordados, dormimos para outras realidades.
E quando dormimos… despertamos para elas.

Poucos percebem que somos fantasmas em outros mundos
formas astrais que vagam, surgem, interagem —
mas que são apenas nossas emoções e sentimentos projetados,
tomando forma e vida em outros níveis de realidade.

Ao cultivarmos flexibilidade psíquica e espiritual,
atraímos com mais consciência pessoas, situações e experiências compatíveis com nossa vibração.
Somos ímãs vivos, atraindo por ressonância tudo o que pensamos, sentimos e acreditamos ser.

O que chamamos de bem e mal, certo e errado,
são conceitos relativos, nascidos da mente condicionada.
O sofrimento nasce da culpa.
O amor, da liberdade da dualidade — e onde há amor real, há paz.

Amor é liberdade vibrando no ser.
E paz é o reflexo da união entre os mundos.

Quando conquistamos essa liberdade interior,
nos tornamos uma expressão consciente do Divino
um ser plenamente desperto, em qualquer plano, em qualquer dimensão.

E nesse estado desperto…
o olhar transforma,
o gesto comunica,
a presença irradia.

As palavras se tornam desnecessárias,
pois tudo reverbera a energia da vida.

O SER torna-se doador espontâneo do DOM.
Não por esforço, mas por natureza.
E nesse estado de plenitude…

A magia acontece.
A luz se faz.
E está feito.

IKE LA‘A KEAA luz da consciência ilumina o caminho da paz.

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SONO – SONHO & CONSCIÊNCIA

Ritmos Naturais da Alma Desperta

Há momentos em que tentamos dormir…
mas a consciência está desperta, viva, criativa —
flutuando entre ideias, percepções, dimensões.
E talvez isso não seja um erro do corpo…
mas um chamado da alma.

A consciência, por sua natureza,
é telepática, clarividente e multidimensional.
Ela não conhece os limites do tempo nem do espaço.
Ela atravessa realidades com leveza,
enquanto nós, por condicionamento,
tentamos mantê-la aprisionada ao corpo físico,
presa a rotinas, crenças e jogos de controle.

Esquecemos…
que somos espíritos eternos que possuem uma consciência,
que se manifesta por meio de uma mente e habita um corpo temporário.
Vivemos a experiência humana,
mas não somos apenas humanos.

O corpo dorme, mas a consciência não.
Enquanto o corpo se regenera,
o espírito viaja — visita, aprende, encontra, sonha.

E com ele, seguem os eus fragmentados,
nossas subpersonalidades, traços, egos e apegos,
— também chamados de fragmentos de alma
instrumentos que o espírito utiliza para se expressar neste mundo e em outros.

Tanto o eu mortal, quanto o imortal, estão em contínuo desenvolvimento.
Todos esses aspectos de nós estão criando mundos,
assim como a natureza cria galáxias e sementes, rios e ciclos.

O sonho não é uma ilusão —
é uma vivência real, em outro plano de percepção.
É um ensaio da alma,
uma experiência semelhante ao que chamamos de “pós-morte”.
E o que vivenciamos em sonho…
é coerente com o que vibramos em vigília.

Se estamos em paz, os sonhos se abrem como jardins.
Se estamos em conflito, eles refletem o caos que não foi acolhido.

Vivemos e sonhamos o que precisamos integrar.
Tudo se manifesta conforme vibramos.

Se você teme demônios, encontrará suas formas.
Se acredita na sombra, ela surgirá.
Mas tudo isso é criação sua, expressão de conteúdos inconscientes —
formas que nascem das suas emoções mais profundas.

Lembre-se:
o sonho é o espelho da alma em movimento.
E a consciência, mesmo enquanto o corpo dorme,
segue criando realidades e expandindo possibilidades.

(continua na parte II… até ➕)

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JACKPOT

Há um silêncio…
Mas não um vazio.
Um campo unificado de infinitas possibilidades se descortina diante do ser desperto.
Ali, onde os ruídos cessam, surge a seletividade quântica
um saber que escolhe, não pelo esforço, mas pela ressonância.

É uma recalibração.
Um estado de neutralidade emocional onde floresce uma criatividade serena,
rica, sem pressa, e livre das antigas respostas condicionadas.

Do fundo desse silêncio,
ergue-se um conhecimento silencioso,
uma certeza vibrante, cheia de potencial e coerência,
que escapa à lógica, mas pulsa com uma verdade que o corpo inteiro reconhece.

As ondas cerebrais sobem à frequência gama.
A consciência se expande.
Você acessa campos além do tempo linear
e os velhos padrões… simplesmente perdem o sentido.

Em seu lugar, emerge uma força emocional equilibrante,
capaz de harmonizar o sistema endócrino, metabólico e espiritual.

Você se recorda de um poder esquecido.
Uma soberania perdida… agora desperta.

Este é o JACKPOT da consciência
não algo que se encontra, mas algo que se ativa.
Um ponto estável de LUZ interior,
onde você começa a operar em um novo modo de ser.

Não mais esforço, mas confiança.
Não mais busca, mas presença.

O JACKPOT é natural e pessoal.
É memória ancestral reativada,
acesso às camadas profundas do Akasha,
à herança espiritual e genética da humanidade.

Um lupin (salto) para novas linhas de tempo multidimensionais,
em uma nova frequência vibracional, sutil e coerente.

Você sente o Albedo
a fase luminosa da alquimia interior,
onde a matéria se dissolve como na destilação do que já não serve,
deixando apenas o que é essência, luz e verdade.

JACKPOT é lembrar-se de quem você é.
É confiar no que você se torna.
É viver a plenitude do agora quântico,
onde tudo converge em paz.

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IKE – A VISÃO e os níveis de percepção do mundo

A vida quer que estejamos sempre atentos a nós mesmos para podermos fazer os ajustes necessários e viver de uma forma mais harmoniosa e eficaz.

Em IKE, o jogo Ho’o Hao nos sugere buscar uma nova visão explorando os mais variados níveis de percepção do universo.

Relembrando, o primeiro Princípio lke nos diz que: O mundo é o que pensamos que ele é. A realidade é subjetiva porque tudo o que experimentamos como uma realidade externa, na verdade é expressão de uma realidade interna. Somente percebemos e sentimos o que está de acordo com as nossas próprias crenças. As nossas crenças alimentam nossa fé e esta muda condições físicas, eventos e circunstâncias determinando nossa experiência.

Por isso, é que na Huna, dizemos que a vida é um sonho ( sonho básico de vida). E que sonhar é viver. Assim a verdade absoluta, é a que decidimos que seja, pois o significado da experiência depende da nossa interpretação ou da decisão de aceitar a interpretação dos outros.

Vivemos num universo multidimensional onde, para ampliarmos a visão do mundo e da experiência, precisamos conhecer e acessar outros níveis de consciência.

quatro níveis de percepção do mundo

São quatro os níveis de percepção do mundo descritos por repassados a nós por Serge K.King em seu livro Kahuna Healing:

Primeiro nível. Ike Papakahi. Este é o nível da experiência física percebida pelos cinco sentidos. É um nível real, mas muito limitado de percepção do mundo.

Segundo nível. lke Papalua, nível das experiências psíquicas. Para alguém que está disposto a ter outro lke, ou seja, outras percepções do mundo, deve pensar, sentir e agir pelo menos a partir desse nível. A percepção da realidade amplia-se e nos tornamos conscientes de que podemos nos comunicar e influenciar o meio ambiente e as pessoas, assim como sermos influenciados.
Usamos este nível quando aplicamos de forma prática os quatro primeiros Princípios Xamânicos Havaianos, isto é: O mundo é o que pensamos que ele é ( IKE ), não há limites ( KALA ), onde está nossa atenção para lá vai nossa energia ( MAKIA) e que, o momento de poder é agora ( MANAWA ).

Terceiro nível. Ike Papaloku é um nível de entendimento da realidde mais oculta. Por ex.: diante de uma doença, é preciso entender qual a causa sutil da mesma, perceber quais as crenças que determinaram tal situação, para então agir num segundo nível, (lke Papalua) influenciando com alguma prática psíquica para curar o corpo físico -primeiro nível de percepção (lke Papakahi).

Quarto nível: lke Papakahuna -acontece quando alcançamos a consciência cósmica, isto é, integração consciente e total na Teia-Aka.

Para mudarmos de um nível para outro, simplesmente precisamos mudar nossa atenção. Assim, ao enfocar a Visão, atributo de lke, para dentro do próprio Princípio, sugere-se que devemos operar com todos os níveis de percepção para nos tornarmos “conscientes”, mudar as crenças e, assim, perceber o mundo de uma forma mais ampla, potencializando os resultados. Dessa forma, estamos buscando dentro de nós mesmos o que há de mais oculto e determinante na criação dos eventos, circunstâncias de nosso mundo.

Um dos aforismos mais citados e mais antigos torna-se pertinente, sempre atual e adequado: “Conheça-te a ti mesmo!” É nos conhecendo, buscando quais as crenças que verdadeiramente geram nossos comportamentos e que determinam os fatos, que vamos fazer as modificações necessária para alterá-las proporcionando-nos, conseqüentemente, a evolução como seres humanos, objetivo maior de nossa busca.

É a eterna busca de novos padrões com o objetivo do aprendizado, crescimento e evolução.

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KAULIKE – Criando Harmonia no Corpo

KAULIKE

Nas palavras de Serge Kahili King, “a saúde é um estado de paz e harmonia”. A harmonização das energias e seu equilíbrio através do Kaulike.

Kaulike significa equilíbrio ou harmonia e ajuda as pessoas a se sentirem bem.

Como praticá-lo?

Pode ser aplicado em si mesmo, mas funciona melhor quando outra pessoa o aplica em você.

Consiste em toques leves e rápidos e quando feito com a atitude certa é realmente muito bom. A atitude certa é a de dar e receber.

O Kaulike não necessita do pensamento e nem mesmo da focalização do Kahi.

Vamos à demonstração: As pessoas ficam em pé, de frente uma para a outra. Quem vai aplicar toca na outra com os dedos, alternando as mãos e durante o tempo de duas batidas cardíacas, assim:

1°ª PARTE: na coroa, na garganta, no peito, no plexo solar, e no umbigo.

2ª PARTE: Usa, então, as duas mãos ao mesmo tempo, uma de cada lado do corpo e toca nos maxilares, ombros, cotovelos, pulsos, quadris, joelhos, tornozelos e dedos dos pés.

Limpando o corpo sombreado (aura)

Termina esta parte, levantando os seus braços pela lateral do corpo e acima da cabeça e vai passando suas mãos em movimentos circulares com as palmas das mãos voltadas para fora na frente do corpo de quem recebe, até a altura dos quadris e posteriormente até os pés.

Durante a aplicaçãao do Kaulike não é preciso pensar, cantar ou respirar profundamente ou fazer alguma coisa, a não ser tocar e limpar com movimentos circulares (varredura).

Ao final, invertem-se as pessoas: quem recebeu o Kaulike passa a aplicar à pessoa que fez a aplicação, repetindo todo o ritual detalhado acima.

Convidamos a todos para a prática dessa harmonização, pois ela oferece resultados práticos e imediatos na harmonização pessoal.

● Prática apresentada no Seminário Nacional Huna em Caxias do Sul, RS em outubro de 2009 pelo grupo de Estudos Huna “Arco Íris” de Poços de Caldas, MG