Associação de Estudos Huna

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A Natureza do Inconsciente e da Psique

A Natureza do Inconsciente e da Psique

Seth propõe em seu material que entremos mais profundamente na natureza do inconsciente e da psique, apresentando conceitos com novas abordagens. Segundo ele os psicólogos e líderes religiosos, não são capazes de pensar em termos de uma alma, não conseguem, ou recusam- se a compreendê-la psicologicamente, até mesmo no nível mais simples. A metafísica e a psicologia não se encontraram.

Nossa psique é enormemente criativa. Somos criadores de realidade, nossas criações são “deuses” brotando da psique humana, meio humanos, meio-divinos. Como pais que ficam admirados, encantados diante das realizações superiores de seus filhos, da superioridade da prole, e, contudo, de certa forma, ciumentos. Isto é criatividade de uma natureza muito especializada e permite-nos investigar, caso desejemos, a natureza da nossa consciência, psique e criatividade de uma forma que poucos podem fazer, estabelecendo novas condições possíveis com novos resultados.

Nossa experiência no mundo da matéria física flui do centro de nossa psique interior percebida. Eventos, circunstâncias e condições externas são como um tipo de feedback (retroinformação) vivo. Ao alterarmos o estado de nossa psique, automaticamente se alteram as circunstâncias físicas.

Não existe qualquer outra forma de mudar os eventos físicos. Imaginemos uma dimensão no interior, onde criamos uma miniatura, onde sob forma psíquica todas as condições exteriores se encontram. Nossos pensamentos, sentimentos e quadros mentais podem ser chamados de eventos externos em gestação, pois de uma forma ou de outra, cada um deles se materializa na realidade física.

Agradecimentos ao grupo SETH e ao amigo Luiz Garavello

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Ego

Ego

Nós não temos agora o mesmo ego que tínhamos cinco anos atrás, mas não estamos conscientes das suas mudanças, ele sai daquilo que somos. É uma parte da ação de nosso ser e de nossa consciência.

Nosso olho não pode ver as mudanças de suas próprias cores e expressões, não estamos conscientes do fato de que vivemos e morremos constantemente. Não percebemos as mudanças de nossa estrutura atômica, não temos consciência que nosso ego muda, ele morre e renasce continuamente.

Fisicamente, a estrutura de uma célula retém sua identidade, mesmo enquanto a matéria que a compõe é continuamente alterada. Ela se reconstrói segundo seu próprio padrão de identidade, faz parte de uma ação emergente e viva, respondendo em meio a suas numerosas mortes.

Vários nomes são dados a formas estruturais psicológicas, estes nomes nada significam, mas sim as estruturas por trás deles.

Tais estruturas psicológicas também retêm nossa identidade, seu padrão de singularidade, mesmo mudando, morrendo e renascendo constantemente.

O olho, surge da estrutura física, o ego, da estrutura da psique, eles não podem ver a si mesmos, ambos se dirigem para fora. Um a partir do corpo físico, o outro, a partir da psique interna, em direção ao ambiente, para fora.

A consciência criativa corporal cria o olho e a psique criativa interior cria o ego.

O corpo forma o olho na esplêndida sabedoria de seu grande conhecimento inconsciente. A psique produz o ego que percebe psicologicamente, da mesma forma que o olho percebe fisicamente.
Tanto o olho como o ego são criações orientadas para a realidade exterior.

“Tanto o olho como o ego são criações orientadas para a realidade exterior.”

Agradecimentos ao grupo SETH e ao amigo Luiz Garavello

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Aos Amigos da Filosofia Huna

Aos Amigos da Filosofia Huna

Endereçado também a todos os demais que buscam informações a fim de obter o Autoconhecimento.

Em todos os rituais primitivos havia um fator de condicionamento para obter um estado alterado de consciência. Esse fator era algum tipo de ato repetitivo, que pela própria repetição gerasse um automatismo. O automatismo obtido como um reflexo condicionado se faz pela facilitação neurológica de um ato que de início é voluntário. Uma vez criado o reflexo, o ato voluntário é tornado um condicionamento, seja ele um movimento, ou, um cântico, ou, uma emissão de um som repetitiva, que agora se faz automaticamente sem mais necessidade da interferência da consciência. São os estados alterados de consciência em alguns rituais.

Quando a consciência já não interfere de modo lógico, as pulsações cerebrais diminuem e o potencial elétrico aumenta em um processo de retro alimentação. Esse aumento de energia vital disponível (Mana) permite que o indivíduo efetue ações que são conhecidas como habilidades psíquicas. Elas resultam desse estado alterado de consciência que é vulgarmente denominado transe. Todo transe consciente é um processo de auto-hipnose.

Há vários níveis de transe, sendo que, quando o cérebro se estabiliza com predominância de pulsos entre quatro e sete ciclos por segundo, o transe pode resultar em ações que resultam em projeção intencionada de energia com resultados objetivos, o que evidencia que “todo poder vem de dentro” (Huna). O estado de consciência era denominado IKE Papalua e os níveis de energia elevados eram denominados Mana Loa pelos havaianos.

Quando o indivíduo estando em transe, consegue estabilizar o cérebro com pulsações ao redor de treze ciclos por segundo, o nível de energia é menor e é conhecido como Mana-Mana. Nessas condições o indivíduo consegue entrar em sintonia com o “outro” e captar informações que permitem entender as razões da doença, ou, doenças e assim imaginar uma maneira de ajudar a pessoa a se curar. Esse estado de consciência mais refinado era conhecido pelos havaianos como IKE Papakolu.

Quando o indivíduo desenvolve completamente suas habilidades de controlar conscientemente o nível de transe desejado, ele pode de início ser como IKE Papakolu e depois como IKE Papalua e assim tornar-se um IKE Papakahuna, ou, o amigo de Deus.

A questão passa a ser:- Como uma pessoa pode aprender a entrar em transe através de um ritual simples, e possa aprender a estabilizar o cérebro no “nível de consciência” desejado e de modo consciente?

Outra questão é: como aprender um ritual simples, sem danças, mantras, cânticos, fumo, cachaça, incensos, tambores alucinógenos, etc.? Um ritual refinado, de salão, mesmo em igreja, e que resulte uma programação razoável.

A terceira questão é: uma vez em transe, como ativar os circuitos neurológicos e a facilitação neurológica para a produção das imagens que, são os pontos de referência do subconsciente que permitem o comando entre Eu Médio e as funções de projeção de energia do Eu Básico.

Eu tenho as respostas que respondem a todas elas. Cientistas norte americanos levaram 24 anos para isso e hoje, só não entende quem não pode, ou, não quer entender que “sempre há outra maneira de se fazer a mesma coisa” (Huna).

Sendo explicada cientificamente, de certa forma acaba com “o mistério”, e talvez com o “encanto” da mística, mas passa a ser uma ação de salão tão ou mais eficiente, pois não causa inibições. Coisa de adulto filósofo pragmático (Kane).

Alberto Barbosa Pinto Dias, Bacharel em História Natural (todas as Disciplinas Biológicas e Geológicas), Licenciado, Especialista em Fisiologia (Bioenergética e Órgãos dos Sentidos) USP, 1955.

Qualquer questionamento sempre será bem recebido e respondido.
http://diasmind.com.br/01o-aos-amigos-da-filosofia-huna/

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Para Voarmos Como Uma Borboleta, Temos Que Ter a Ousadia de Sair do Casulo…

Seria vital que todos aprendessem qual é o verdadeiro valor da mudança para que não tivessem receio de se modificar… Assim, como trocamos de roupas quando estão velhas, deixamos de lado aqueles sapatos que não nos servem mais, mudamos de estilo, mudamos de sentimentos, não deveríamos temer a transformação de nós mesmos…

Temos que ter em mente que, querendo ou não, simplesmente mudamos… A mudança é uma ousadia e, portanto, devemos estar sempre dispostos a ousar. É ousando que aprendemos que nada evolui se nós mesmos não evoluirmos e ultrapassarmos os nossos próprios medos, as verdadeiras barreiras que nos impedem de crescer…

Para voarmos como uma borboleta, temos que ter a ousadia de sair do(s) casulo(s)…

Os casulos são os nossos medos, os nossos receios, os nossos verdadeiros impedimentos, que nos fazem pisar em terra firme, porém nos impedem de alçar voos…

A mudança é algo característico do ser humano e isso não quer dizer que para isso tenhamos que mudar a nossa essência, significa apenas que certas coisas não nos servem mais e que devemos fazer uma limpeza interna, destruindo sentimentos que não nos acrescentam e todo o resto que não vale a pena, deixando apenas florir em nós aquilo que nos impulsiona a evoluir e a viver a vida sem receios, com a certeza de que uma mudança sempre significará um passo na direção certa, mesmo que o caminho que iremos trilhar nos pareça incerto…

Mudar é se revestir de forças para enfrentar as situações para as quais não estamos preparados. Assim, devemos encarar a mudança como uma condição para a nossa evolução…

Na vida só evolui quem não tem medo de ousar, quem não tem medo de sonhar e lutar para que seus sonhos se concretizem, mesmo que para isso sejam necessárias várias e constantes metamorfoses de si…

Por isso, eu me permito mudar todos os dias… Com isso, eu sou tudo o que já fui um dia, mas sinto que me renovo a cada manhã, eu me transformo porque as mudanças me fazem surgir nova para enfrentar um novo dia… No novo dia, eu me enxergo na mesma vida do ontem, mas de uma forma diferente, com um olhar que já não vê como ontem porque prefere ver um novo dia com as esperanças renovadas, a fé fortificada e a certeza de que mudei. E é por isso que tenho dificuldades quando me pedem para fazer uma descrição da pessoa que sou…

As descrições não cabem toda a minha essência porque seria demarcar um “eu” que sou naquele instante, mas no segundo seguinte já não sou mais aquela, não sou feita por oscilações, mas por evoluções de mim mesma, por mudanças que me revitalizam…

Dessa maneira, penso que descrições são vagas e limitadas porque desconsideram que cada experiência me faz nova e me renova… Sou incompletude porque, a cada passo que dou, sinto que fui contemplada com mais um pouquinho de vida e litros de experiências…

Por isso, nem mesmo as palavras mais profundas seriam capazes de desvendar a minha essência…

Ela não é mutável, mas eu sou metamorfose constante!

Patrícia Regina de Souza

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Mudanças

Mudanças

Mudamos constantemente até mesmo as condições que parecem ser as mais permanentes de nossa vida, variando a atitude que temos em relação a elas.

Não há nada em nossa experiência exterior que não se tenha originado dentro de nós. Há as interações com outras pessoas, mas não há nenhuma que não tenhamos aceitado ou atraído com nossos pensamentos, atitudes ou emoções.

Isto se aplica a cada área de nossas vidas, isto se aplica tanto antes como depois da vida. De alguma forma extremamente milagrosa, recebemos o dom de criar nossa própria experiência.

Nesta existência, estamos aprendendo a lidar com a inexaurível energia que se encontra à nossa inteira disposição. A situação global e a de cada indivíduo são as materializações do progresso do homem ao formar nosso mundo.

Agradecimentos ao grupo SETH e ao amigo Luiz Garavello