Associação de Estudos Huna

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Como Se Defender Das Energias Negativas

Todos nós sabemos que as energias negativas são uma das maiores preocupações do ser humano. Elas nos alcançam em qualquer lugar do planeta. Mas, podemos nos defender, começando a tomar uma série de atitudes e providências. Abaixo segue seis dicas para começar a combatê-las.

1. NÃO TEMER NINGUÉM
Uma das armas mais eficazes na subjugação de um ser é impingir-lhe o medo. Sentimento capaz de uma profunda perturbação interior, vindo até a provocar verdadeiros rombos na aura, deixando o indivíduo vulnerável a todos os ataques. Temer alguém significa colocar-se em posição inferior, temer significa não acreditar em si mesmo e em seus potenciais; temer significa falta de fé. O medo faz com que baixemos o nosso campo vibracional, tornando-nos assim vulneráveis às forças externas. Sentir medo de alguém é dar um atestado de que ele é mais forte e poderoso. Quanto mais você der força ao opressor, mais ele se fortalecerá.

2. NÃO SINTA CULPA
Assim como o medo, a culpa é um dos piores estados de espírito que existem. Ela altera nosso campo vibracional, deixando nossa aura (campo de força) vulnerável ao agressor. A culpa enfraquece nosso sistema imunológico e fecha os caminhos para a prosperidade. Um dos maiores recursos utilizados pelos invejosos é fazer com que nos sintamos culpados pelas nossas conquistas. Não faça o jogo deles e saiba que o seu sucesso é merecido. Sustente as suas vitórias sempre!

3. ADOTE UMA POSTURA ATIVA
Nem sempre adotar uma postura defensiva é o melhor negócio. Enfrente a situação. Lembre-se sempre do exemplo do cachorro: quem tem medo do animal e sai correndo, fatalmente será perseguido e mordido. Já quem mantém a calma e contorna a situação pode sair ileso. Em vez de pensar que alguém pode influenciá-lo negativamente, por que não se adiantar e influenciá-lo beneficamente? Ou será que o mal dele é mais forte que o seu bem? Por que será que nós sempre nos colocamos numa atitude passiva de vítimas? Antes que o outro o alcance com sua maldade, atinja-o antecipadamente com muita luz e pensamentos de paz, compaixão e amor.

4. FIQUE SEMPRE DO SEU LADO
A maior causa dos problemas de relacionamentos humanos é a “Auto-Obsessão”. A influência negativa de uma pessoa sobre outra sempre existirá enquanto houver uma idéia de dominação, de desigualdade humana, enquanto um se achar mais e outro menos, enquanto nossas relações não forem pautadas pelo respeito mútuo. Mas grande parte dos problemas existe porque não nos relacionamos bem com nós mesmos. “Auto-Obsessão” significa não se gostar, não se apoiar, se autoboicotar, se desvalorizar, não satisfazer suas necessidades pessoais e dar força ao outro, permitindo que ele influencie sua vida, achar que os outros merecem mais do que nós. Auto-obsediar-se é não ouvir a voz da nossa alma, é dar mais valor à opinião dos outros. Os que enveredam por esse caminho acabam perdendo sua força pessoal e abrem as portas para toda sorte de pessoas dominadoras e energias de baixo nível. A força interior é nossa maior defesa.

5. SUBA PARA POSIÇÕES ELEVADAS
As flechas não alcançam o céu. Coloque-se sempre em posições elevadas com bons pensamentos, palavras, ações e sentimentos nobres e maduros.Uma atmosfera de pensamentos e sentimentos de alto nível faz com que as energias do mal, que têm pequeno alcance, não o atinjam. Essa é a melhor forma de criar “incompatibilidade” com as forças do mal. Lembrem-se: energias incompatíveis não se misturam.

6. FECHE-SE ÀS INFLUÊNCIAS NEGATIVAS
As vias de acesso pelas quais as influências negativas podem entrar em nosso campo são as portas que levam à nossa alma, ou seja, a mente e o coração. Mantenha ambos sempre resguardados das energias dos maus pensamentos e sentimentos, e fuja das conversas negativas, maldosas e depressivas. Evite lugares densos e de baixo nível. Quando não puder ajudar, afaste-se de pessoas que não lhe acrescentam nada e só o puxam para o lado negativo da vida. O mesmo vale para as leituras, programas de televisão, filmes, músicas e passatempos de baixo nível.

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Citação dos Abraham

Há uma grande mistura lá fora, e há muitas coisas diferentes acontecendo, e não há um único modo destinado a estar certo. Assim como não há uma única cor, ou uma única flor, ou um único vegetal, ou uma única impressão digital. Não há aquilo que esteja certo sobre todos os outros. A variedade é o que fomenta a criatividade. E, então, você diz “tudo bem, aceito que há bastante variedade, mas não gosto de…comer pepinos.” Não coma pepinos, então. Mas não peça que eles sejam eliminados e não condene os que gostam de comê-los. Não fique nas esquinas empunhando cartazes que proíbam as coisas que você não gosta. Não arruíne sua vida debatendo-se contra. Ao contrário disso, diga “ao invés daquilo, eu escolho isso aqui. Pois isso me agrada.”

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O Grande Gatsby

Esta pequena tradução do início do capítulo I, para nós da Huna, serve para percebermos como um escritor famoso (de grau biométrico provavelmente elevado) conseguiu analisar e constatar qualidades a respeito do intelecto e da personalidade humana, sem julgamento e sem se ligar, assumindo o problema analisado.

Ceres Eliza da Fonseca Rosas

CAPÍTULO I do livro “The Great Gatsby”, de F. Scott Fitzgerald.

Nos primeiros e mais vulneráveis anos de minha juventude meu pai deu-me uma recomendação que tem estado em minha mente desde então.

“Sempre que você se sentir com vontade de criticar alguém”, disse-me ele, “apenas lembre-se que a maioria das pessoas do mundo não terão tido as vantagens que você teve.”

Ele não me disse mais nada, mas nós sempre temos estado extraordinariamente comunicativos de uma maneira reservada e eu entendi que ele queria dizer muito mais que isso. Consequentemente, tenho me refreado de todos julgamentos, um hábito que tem aberto para mim muitas qualidades curiosas e também me tornou vítima de experimentar não poucos aborrecimentos. O intelecto mal formado é rápido em detectar e se ligar a esta qualidade quando ela aparece em uma pessoa normal, e assim aconteceu que quando eu estava no colégio fui injustamente acusado de ser um político perspicaz, porque eu era o confidente de rudes e estranhos homens. A maior parte das confidências eram não-procuradas – frequentemente eu fingia sono, preocupação, ou uma hostil leviandade quando percebia por um sinal inequívoco de que uma revelação íntima estava tremulando no horizonte; porque as revelações íntimas dos jovens, ou pelo menos nos termos nas quais as expressam, eram geralmente plagiarizadas e reticentes por evidente supressão. Reprimir-se de julgar é um assunto de infinita expectação. Eu estou ainda um pouco receoso de falhar em alguma coisa se esquecer isso, como meu pai orgulhosamente sugeriu, e eu orgulhosamente repito, que um senso de decência fundamental é desigualmente distribuída ao nascimento.

E depois de ostentar esse modo de minha tolerância, cheguei a admitir que isto tinha um limite. A conduta pode ser provida na dura rocha ou nos pântanos úmidos, mas depois de certo ponto, eu não me importo como ela é alcançada. Quando no último outono eu voltei do Leste, senti que queria o mundo em uniformidade e um tipo de atenção moral para sempre; não desejava mais as excursões tumultuosas com privilegiados gozos passageiros dentro do coração humano. Somente Gatsby, o homem que deu seu nome para este livro, estava eximido de minhas reações – Gatsby que representou tudo para o qual tenho um franco desdém. Se a personalidade é uma série inquebrantável de ditosas ações, então há alguma coisa esplêndida sobre ele, alguma aumentada sensibilidade para as promessas da vida, como se ele fosse refratário a uma dessas intrincadas máquinas que registram terremotos a dez mil milhas de distância. Esta conformidade não tem nada a ver com essa frouxa impressionabilidade que é dignificada sob o nome de “temperamento criativo” – era uma extraordinária dádiva para a esperança, uma disposição romântica tal como eu jamais havia achado em qualquer outra pessoa e que não é provável que volte achar novamente. Não – Gatsby continuou impassível até o fim; e é o que devorou Gatsby, aquela poeira flutuando no despontar de seus sonhos, que temporariamente liquidou meu interessa nas abortivas tristezas e sucinta relação humana.

(1925 – primeira edição do livro “The Great Gatsby”, de F. Scott Fitzgerald)

(1974 – houve um filme da Paramount Pictures apresentado por David Merrick, com Robert Redford e Mia Farrow, dirigido por Jack Clayton e distribuido por Cinema International Corporation)

(2013 – filme de Baz Luhrmann estrelando Leonardo DiCaprio, Tobey Maguire e Carey Mulligan)

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O Sonho Dentro do Sonho

Existe um sonho dentro de cada um, e um sonho dentro de cada sonho. Saber sonhar é um dom que o ser humano possui, e que o leva a melhorar a si mesmo e ao mundo que o rodeia, desafiando suas próprias habilidades e desafiando o sonho dentro do sonho – porque ele pede para ser desafiado!

Mas o que é o sonho dentro do sonho? Todos nós sonhamos algo. Mas nem todos buscaram esse algo tão sonhado, pois há outro sonho dentro do nosso sonho: o sonho de que tudo dará errado ou resultará inútil, o sonho do fim dos nossos sonhos. Inevitavelmente, como um brinde, cada sonho vem com outro sonho dentro dele, o reverso do sonho, sua contrapartida. Ele acontece simultaneamente, pode estar em primeiro plano ou em segundo plano, mas sempre estará lá; é como se fizesse parte do nosso sonho, mas é outro sonho, é à sombra do sonho. Realizar nossos sonhos depende de acreditarmos mais no sonho que amamos do que no sonho dentro do sonho.

Quando acreditamos no sonho e o deixamos em primeiro plano, buscamos o que sonhamos, lutamos, descobrimos e despertamos forças, construímos, pois achamos que vale a pena. Quando acreditamos no sonho dentro do sonho e o deixamos em primeiro plano, sonhamos parados, atrofiamos nossas forças, e assistimos ao fim dos nossos sonhos, construindo o pesadelo de não ter sonhos, de não ter propósito, de não nos entregarmos à vida.

O sonho nos desafia ao crescimento e nos faz desafiar a força do sonho dentro do sonho – ele está lá para ser desafiado, e para isso basta que possamos detectá-lo e colocá-lo em segundo plano. Somos fortes o suficiente para isso, é uma simples questão de lucidez…

Abençoados sejam!

Corvo Negro

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Tudo é Energia

“Eliminar energias negativas da sua mente e da sua moradia é um Princípio de Saúde, Harmonia e Prosperidade”. Você nem imagina o bem que faz.

O lar é como uma entidade viva, feita de energias produzidas por diversas fontes, sendo a principal fonte de energia a soma das mentes de todos os seus moradores.

Faça uma faxina mental enquanto reproduz isso na prática, limpando a casa.

O primeiro passo – uma faxina geral e bem caprichada. A partir daí escolha uma das seguintes formas de limpeza fluídica, ou todas, se preferir.

Preceito Um – Vaporize tudo com a mistura de um litro de álcool de cereais fácil de encontrar nas farmácias com 7 pedras de cânfora. Isso você prepara com 7 dias de antecedência e aguarda o momento certo. Nessa mistura pode-se acrescentar aromas, como por exemplo, ramos de alecrim e especiarias como cravo e canela.

Preceito Dois – Ponto de Fogo. Utilize uma vela acesa para queimar miasmas restantes em cada canto da moradia, no movimento vertical, subindo e descendo.

Preceito Três – Fumegação com ervas secas: alecrim, flores de alfazema, arruda e palha de alho. Defume tudo, inclusive armários e roupas, sem esquecer as áreas externas, caso as possua. Bem baratinho. Quando utilizar o Preceito Três, comece defumando a si mesmo e a todos os moradores da casa. E quando iniciar a defumação da casa comece dos fundos (quintal) ou quartos (em apartamentos) e em ambos, prossiga com a defumação até alcançar a porta que você utiliza para sair à rua.

O que foi indicado aqui tem a ver não somente com a limpeza energética. Tem a ver também com Harmonia e Prosperidade.

Fazemos votos que você higienize seus pensamentos, sentimentos e emoções. Porque aqui nós sabemos que esses, quando são negativos, contaminam sofás, cortinas e paredes, gerando consequências igualmente negativas.

O maior inimigo do pensador é o seu próprio pensamento impuro. Purifique o seu, de todas as formas, jeitos e maneiras. “Assim, viverá melhor.”

Nilsa Alarcon