Associação de Estudos Huna

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Mudança

Transição é mudança e toda mudança é dolorosa, não é fácil desenredar-se das situações que nós mesmos criamos e que nos afastam das verdadeiras e naturais condições de vida.

Mais descontentes e depressivos ficamos, quanto mais afastados do natural e da natureza.

A liberdade não depende de como se pensa, das condições externas, é antes um estado de consciência.

Voltemos a atenção para o Eu essência que habita em nosso coração, a atenção centrada neste ponto gera uma potente energia, que se irradia para toda a teia a que estamos ligados.

Deixemos que essas virtudes que são inerentes a cada um de nós, auxiliem na construção de um mundo melhor, de uma humanidade mais fraterna.

Apesar de todos os problemas que afligem a atual humanidade, o homem tem evoluído no seu corpo mental, astral e espiritual.

O homem já tem despertado para a compreensão de que não precisa ser igual ou melhor do que os outros, só precisa ser ele mesmo. Aceitar ser diferente e identificado com o amor de seu Criador: lealdade, amor, verdade, justiça e fraternidade, fazem mais sentido e ecoam em seu interior.

Mais do que nunca os interesses grosseiros e primários já não cabem mais e vêm à tona para serem eliminados.

Cada vez mais os homens da terra buscam o contato com a “presença luminosa” do “Mestre Interno”, guardado no seu coração, um foco de LUZ inspirado para a vida, sobrepondo-o a suas fraquezas e descrença, voltando-o para a vida simples, sem complicações e em sintonia com a natureza.

Hoje já sabemos que os grandes sofrimentos vivenciados pelo homem são decorrentes do orgulho, da cobiça, da revolta, tudo fruto do desamor por si, pelos outros, falta do verdadeiro amor no seio da humanidade.

Quando não se aprende pelo “amor”, a “dor” promove o ajuste da vida material, psíquica e espiritual.

Novas doenças, novos desafios, mostrando a necessidade de parar e repensar todo o projeto de vida.

A violência com a natureza contamina as águas, a terra, o ar, pondo em risco a própria vida no planeta.

Temos que trabalhar na queima dos registros etéricos negativos, cuidando de cada pensamento, intenção e ação passada, presente e futura, das personalidades mal formadas.

Temos que pedir aos Senhores das Chamas, aos mestres, seus prestimosos auxílios à terra, para que irradiem Luz e Sabedoria por todo planeta e sua humanidade.

Macro Comando: 31 9817 318

Libertar o Mundo: 9189481

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Um Só Povo, Um Só Deus, Um Só Planeta

Somos irmãos na LUZ, filhos de Deus na Terra, possamos nós reacender o Amor Crístico a todos os homens e dessa forma todo o planeta.

Apesar das aparências tão desalentadoras, há solução para a devastadora “Roda Cármica”.

Saint Germain nos propõe a “Chama Violeta”, que exerce indiscutível serviço de catalizador de energias difusas e negativas, purificando a “Aura Terrestre”, grupal e individualmente, de todos que a usam com humildade, fé e espírito altruístico.

A transformação pela Chama Violeta é o primeiro passo no resgate das virtudes no rumo ascensional. Age como um poderoso “solvente”; ela limpa, purifica as auras, tanto humanas como a de locais.

Além da limpeza, ela age como transformadora, transformando tudo o que pode ser aproveitado na vida de quem a emprega.

Os resíduos sem valor são queimados, calcinados até o fim.

É uma questão de mudança de consciência e para essas mudanças, o serviço da Chama Violeta age em prol da mudança de consciência de massas.

É preciso abandonar a consciência personalista do ego, para perceber que existe uma consciência de LUZ, que pacientemente espera, pronta a prestar todo o auxílio àquele que se dedica sem restrição a ela.

Quando compreendemos que o “Amor Crístico” é o espírito de Deus dentro de nós, poderemos irradiar LUZ para si e para os seus semelhantes.

Todos os Mestres que atingiram a consciência “Cristalina”, deixaram bem claro aos atentos, aos homens de boa vontade: “O REINO DOS CÉUS ESTÁ DENTRO DE NÓS”, é um estado de consciência.

É preciso entender essa máxima por inteiro, com profundidade, essa é a “Herança Divina”, deixada por Deus, o maior tesouro que a criatura humana recebeu.

Que a verdade Divina e a purificadora “Chama Violeta”, inspire-nos a considerar de maneira mais amorosa a existência de cada um, na Terra.

Salvação e Desenvolvimento Harmônico: 1784121

Chama Violeta dos mil Sóis: 860907

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Mudando o Passado

Mudando o Passado

Estudos desenvolvidos por uma equipe de físicos da Universidade Nacional da Austrália, vem demonstrando que a realidade não existe até que seja medida. Ou seja, que o mundo que chamamos de “físico” somente se torna “realidade” depois que nossa consciência entra em contato com a sua “possibilidade de existir”.

Neste sentido, não haveria um Mundo além do alcance de nossos olhos e pensamentos, existindo “fisicamente” independente de nós. Uma comparação, ainda que grosseira, seria imaginar que, diferente do que sempre imaginamos, “o mundo que acreditamos que está neste momento atrás de nossas cabeças não está lá, não existe de verdade, até que viremos nosso pescoço para vê-lo”.

Os pesquisadores australianos colocaram em prática o “Experimento de Escolha Demorada”, de John Wheeler, visando comprovar que tudo depende da medição (atuação direta da consciência) para “existir” no mundo físico. Como disse Andrew Truscott, o professor adjunto da Escola de Pesquisa Física e Engenharia da UNA, “em nível quântico a realidade não existe se você não está olhando para ela”.

Mas o resultado mais impressionante da experiência foi a comprovação de que mesmo aquilo que já aconteceu no passado, só é materializado e definido quando vier a ser medido no futuro. Até então, a realidade é apenas uma abstração.

Assim, muitas coisas que aconteceram ontem, no ano passado ou há milhões de anos atrás durante a era dos dinossauros, continuam sendo até hoje pura abstração da realidade. Muitos eventos somente passarão a ser “realidade” e terão sua “essência” revelada em algum momento entre hoje e o futuro, quando estes mesmos eventos forem devidamente observados e medidos.

Ou seja, de alguma maneira fantástica, a física quântica nos ensina que “o futuro pode mudar o passado”. Nada está escrito a ferro e fogo! Nem mesmo aquilo que já aconteceu.

Se pensarmos na teoria da relatividade de Einstein, da qual se depreende que o tempo é relativo e, portanto, uma “ilusão” da forma como o enxergamos, esta afirmação bem que faz algum sentido.

Na prática, o experimento australiano utilizou átomos de hélio (que são mais pesados do que os fótons de luz, que não têm massa) em estado de suspensão, conhecido como condensado de Bose-Einstein. Estes foram individualmente direcionados para passar através de um par de raios laser, propagados em direções opostas, formando como que uma “grade” de luz, que sofreria interferências naturais caso fosse incomodada.

APÓS o átomo percorrer por toda esta primeira “grade de luz”, foi jogada uma segunda “grade de luz” de lasers sobre o átomo de Hélio, mas desta vez não de maneira contínua, mas sim randômica e aleatória.

O curioso foi que, sempre que após passar pela primeira “grade de luz”, era jogada a “segunda grade de luz”, o átomo de Hélio passava pelas duas “grades” comportando-se como onda ao longo de todo o trajeto, percorrendo assim infinitos caminhos. Porém, quando DEPOIS de passar pela primeira grade de luz, não era projetada a segunda grade de luz, o Hélio se comportava como partícula (atenção! não apenas APÓS passar pela primeira grade, mas também enquanto a passava – momento em que não poderia “saber” que a segunda “grade de luz” não viria a ser projetada no futuro próximo), percorrendo UM ÚNICO caminho na primeira grade! Ou seja, é como se o “Futuro” (jogar ou não posteriormente a segunda grade de luz sobre o átomo de Hélio) afetasse o passado (o átomo de Hélio se comportar como partícula ou onda na primeira grade).

Desta maneira, o que definiu o “passado” foi o “futuro” e não o que aconteceu “antes”. De fato, costumamos pensar que aquilo que define a História (tudo que aconteceu no mundo no ano passado ou séculos atrás) são apenas os acontecimentos passados (e jamais o que ainda virá a acontecer no futuro). Porém, na Física Quântica esta lógica segue caminho distinto. É como se a linha do tempo pudesse andar tanto para frente, como para trás.

Portanto, a decisão do átomo de se comportar como partícula ou como onda na primeira parte do caminho (grade de luz) depende da decisão “futura” de ser colocada ou não uma segunda grade de luz APÓS ele percorrer este caminho. O passado não é decidido, até que o futuro “aconteça”.

No experimento, o tempo literalmente andou para trás, já que a lei de “causa e efeito” foi invertida no sentido temporal (futuro causou o passado, e não o contrário).

Nas palavras de Truscott: “O evento futuro faz o fóton decidir o passado”.

Podemos então, mudar nossa realidade HOJE a partir do que faremos em nosso futuro? Aparentemente, sim. O livre arbítrio parece ter poderes e dimensões jamais imaginadas.

Ou seja, a “realidade” só existe quando a medimos, quando nossa consciência interfere no evento. Até lá, os átomos não “decidem” o que querem ser, e provavelmente não o façam por bilhões de anos, até que alguém os “observe”, até que sejam “medidos”, até que a nossa “consciência atue sobre ele”.

Nossos pensamentos parecem não apenas definir o mundo, como também seu passado e futuro, como se a linha do tempo também fosse formada apenas por ondas maleáveis, que fluem segundo nossas determinações.

Talvez, afinal, valha a pena “chorar sobre o leite derramado”.

Daniel Kaltenbach

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A Graça Natural – A Estrutura da Criatividade

Luz = informação
Amor = criatividade

Um grupo de células forma um órgão. Um grupo de “eus” forma uma alma.

Você é uma parte de sua alma. Ela pertence a você e você a ela.

Você está dentro da realidade dela, assim como as células estão dentro de um órgão. O órgão é temporal, a alma não.

A célula é material, o “eu” não.

A “entidade” então, o EU MAIOR, é composto de almas.

Como o corpo existe no espaço/tempo, os órgão têm propósitos específicos. Ajudam a manter o corpo vivo e precisam manter-se no lugar.

A “Entidade” tem sua existência em inúmeras dimensões e suas almas são livres para viajar dentro de fronteiras que parecem infinitas.

Como as células participam da experiência diária, também a alma, de uma forma imensamente mais extensa, participa dos eventos da “Entidade”.

Você possui dentro de si os potenciais dos quais a consciência participa criativamente.

A célula não precisa ter consciência de você para realiza-se. Mas seu reconhecimento da “Entidade e da Alma”, pode ajudar a direcionar as energias dessas outras dimensões, para sua vida diária, expandindo sua estrutura psíquica, para tornar-se um co-participante consciente da alma.

“Quando você tem consciência da existência da Entidade e da Alma, pode conscientemente recorrer à sua energia, compreensão e força maiores.”

TUDO É POSSÍVEL se não bloquear pelo medo, pela dúvida ou por crenças opostas.

Somos um UNIVERSO, os sóis e planetas são as células, cada uma cheia de energia e poder, esperando por orientação.

Veja a “Entidade” como um sol enviando energia para você, enquanto você envia energia para suas células.

Deixe que a LUZ preencha o seu ser e depois a dirija a qualquer parte de seu corpo que deseje.

“O UNIVERSO ESTÁ CHEIO DE MAGIAS, PACIENTEMENTE ESPERANDO QUE VOCÊ AS DESCUBRA”.

ALOHA + MAHALO

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Sebastião de Melo lança livro na Feira do Livro em Porto Alegre

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Sebastião de Melo, natural de Minas Gerais, mora em Santos, São Paulo. Formou-se em medicina em 1957. Trabalhou como clínico geral, durante seis anos, em Itumbiara, Goiás. Especializou-se em Psiquiatria pela Associação Brasileira de Psicodrama e Sociodrama, na capital paulista. É filiado à Associação Brasileira de Psiquiatria e à Federação Brasileira de Psicodrama. Publicou os seguintes livros: “Agora…Para Depois” (1983), poesia, “Nenhuma dor Maior” (1994), poesia, em parceria com o seu filho Sérgio Melo, “O Guardião do Segredo – Psicofilosofia Huna” (2010), “Paz, O diamante da alma” (2013) em parceria com Ozeni Lima. Pertence ao Conselho Deliberativo da Associação dos Estudos – Huna, do Brasil.

sebastiaomelo@uol.com.br
www.sebastiaodemelo.com.br

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O Evangelho de Maria Madalena traz em uma linguagem metafórica os ensinamentos que o Mestre transmitiu a sua discípula em segredo. A qual, ao pregar aos apóstolos, trazia verdades que só a ela Jesus havia revelado; passagens muito místicas, difíceis de compreensão até para os apóstolos. São revelações que mostram outra profundidade e dimensão dos ensinamentos do Mestre. Nesta perspectiva, surge uma nova visão de Maria Madalena, diferente daquela que fomos convencionados a conhecer, a de discípula que verdadeiramente compreendia o sentido e a essência de seus ensinamentos. Sob essa ótica, Sebastião de Melo procura tirar o estigma com que a igreja rotulou Maria Madalena – a da prostituta convertida. Procura mostrar ao leitor que, por meio do evangelho por ela deixado, pode-se perceber ser ela a pessoa mais ligada a Jesus e possivelmente a única a compreendê-lo e verdadeiramente senti-lo. Sebastião de Melo, neste livro, apresenta a interpretação do Evangelho de Maria Madalena à luz da Psicologia e da Psicofilosofia Huna. Primeiro transcreve as passagens do Evangelho de Maria Madalena e depois, sua interpretação dessas passagens evangélicas sob o ponto de vista de uma psicofilosofia dos antigos havaianos, os quais não eram cristãos por serem anteriores a Jesus, mas suas crenças possuem muitas semelhanças com os ensinamentos do Mestre. Assim, Sebastião de Melo desvela uma nova visão de Cristo e de suas palavras e abre aos seus leitores infinitas reflexões, possibilidades que conduzem à compreensão de muitos ensinamentos ocultos, que só Maria Madalena conhecia.

Fotos:

  1. Sebastião de Melo ladeado por Valdecira Bavaresco e Solange De Toni do grupo Paz da AEH de Veranópolis, RS
  2. Dr. Sebastião de Melo com a jornalista Terezinha Tarcitano, assessora de impressa da 61° Feira do Livro em Porto Alegre, RS
  3. Livro Evangelho de Maria Madalena – uma visão Huna
  4. Convite para o lançando do livro de Sebastião de Melo