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LUZ E SOMBRA

Na alquimia, o princípio da Luz é a total escuridão.
É do frio que o calor nasce.
É do silêncio que emerge o som.
O ato criador se dá na união dos opostos — o mínimo e o máximo, o calor e o frio, a escuridão e a luz.

Neste ponto de tensão e integração habita a Centelha Divina, onde o atrito gera vibração.
E da vibração, surge o som — infra-som, ultra-som — que se manifesta em tudo:
no coração pulsante, na respiração, nos ventres da Terra, nas marés, trovões, rios, no vento, nas galáxias.

O som do universo é luz em vibração.

Pitágoras expressou: o eco de Deus está em tudo.
A inspiração é sopro do divino.
Mas o homem moderno foi educado a esquecer — a negar que é feito à imagem e semelhança do Criador.

A sombra foi temida, negada.
O corpo, ignorado.
Os sentidos expandidos, adormecidos.
Vivemos com 5 sentidos, quando temos muitos mais.
Conhecemos 3 dimensões, quando nascemos para interagir com 7.
Utilizamos apenas uma fração do nosso potencial divino.

A sombra, como a noite, é tão essencial quanto a luz.
Ela é o Sol Negro, eternizado no Registro Akáshico, guardiã de sabedorias esquecidas e potenciais não manifestos.

É tempo de honrar os dois lados — luz e sombra — e acessar o triângulo sagrado:

Este é o símbolo da Alquimia Interior.

Alquimicamente, ele vibra em 3, 6, 9:

  • 3 – Criação (Brahma)
  • 6 – Equilíbrio (Vishnu)
  • 9 – Transcendência (Shiva)

Ou:

  • Pai – Filho – Espírito Santo
  • Físico – Psíquico – Espiritual

A chave é compreender: a Sombra ensina, a Luz guia, e a Unidade transforma.

AUMAMA.
IKE LA’A KEA.
ALOHA NUI LOA.

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