Associação de Estudos Huna

Posts by Heloisa Emer

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A Natureza da Realidade Segundo Seth (parte 5)

“ÀS VEZES TEMOS QUE PARAR DE BUSCAR PARA QUE AQUILO QUE PROCURAMOS NOS ENCONTRE”.

Na chamada cura espiritual obtida pelo foco concentrado de energia psíquica, como em qualquer cura, é imprescindível mudar as crenças iniciais que produziram a doença. Do contrário estará trocando um sintoma por outro.

Um curador ou um médico que seja eficaz no trabalho de cura poderá mostrar-lhe, por conclusão lógica, que a energia de cura sempre esteve dentro de você e tal compreensão pode ser suficiente para que mude totalmente suas crenças sobre saúde.

Se tiver qualquer problema físico, concentre-se nas porções saudáveis do seu corpo e nas funções que não estão comprometidas. Nas áreas saudáveis, suas crenças estão trabalhando para você.

Sugestões verbais são traduzidas em sons interiores. Tenha cuidado com a repetição de sugestões negativas que você faz a si mesmo, por exemplo, detalhando a doença ou descrevendo-a frequentemente, isso só a reforça.

Sua imaginação acrescenta poder motivador e propulsor a tais imagens e assim, você poderá descobrir que muitas das suas crenças são abrigadas por você mesmo de um modo visual interno, elas estão ligadas a imagens mentais internas.

Ao examinar as suas crenças descobrirá algumas imagens aparecendo em sua mente. Olhe para elas como se fosse um quadro que você pintou. Se não gostar do que vê, muito conscientemente, mude o quadro. As imagens são interiores, mas como fazem parte das crenças, você poderá vê-las exteriorizadas em sua experiência. Por exemplo, você está com o dedo do pé doendo, e o vê claramente em sua mente. Percebe pessoas caminhando mal, por terem provavelmente algo semelhante. Mude o foco, pois do contrário terá dificuldade de melhorar.

Seus pensamentos fornecem o molde geral da realidade que você experimenta fisicamente, suas emoções preenchem o molde com luz. Sua imaginação une todos eles.

O som dos pensamentos interiores é o meio que você experimenta fisicamente.

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Bem-vindo Subconsciente – Graças ao Ho’oponopono

Por Jens Weskott

Como todo conhecimento, a Sabedoria Huna evoluiu e incorporou mudanças. Entre outras coisas, isso vale para a tradicional técnica de resolução de conflitos Ho’oponopono. A venerada kahuna Morrnah Simeona, que lecionou na Universidade de Havaí, concentrou-se nos conflitos interiores das pessoas. Colocou o foco no papel relevante do subconsciente e seu contato – através do Supraconsciente – com a Divindade.

Morrnah Simeona

Acima dos três níveis da mente – Subconsciente (Unihipili), Consciente (Uhane) e Supraconsciente (Aumakua) – reafirmou a presença e a ação da Divindade na condução de uma vida harmoniosa. Enquanto à vontade, ao ego e ao longamente enaltecido consciente era retirado seu papel de controlador.

Revolução? Não, evolução em direção a uma psicologia espiritual diferente. Antes de falecer em 1992, Morrnah deu cursos e apresentou sua psicologia nas Nações Unidas. A fundação por ela criada está hoje a cargo de Ihaleakala Hew Len, Ph.D., formado em psicologia pela Universidade de Iowa.

O ponto de partida é a constatação que nosso subconsciente está sobrecarregado por memórias repetitivas, um processo que segundo Morrnah já começou muitas gerações atrás e causa os problemas pessoais atuais. Limpar – e transmutar – tais memórias é uma tarefa que o consciente pode pedir à Divindade, a fim de voltar ao ‘estado zero’ ou ‘vazio’ do subconsciente.

É próprio do subconsciente que esse ‘vazio’ pode ser ocupado seja por memórias ou por inspiração. Paralelamente à nova visão do subconsciente, há uma reavaliação da mente consciente. O Dr. Len o diz assim: “Sua mente consciente tenta entender tudo. Mas ela somente percebe 15 bits de informação enquanto há 15 milhões de bits circulando em cada instante. Sua mente consciente não tem nem idéia do que realmente está acontecendo”.

O intelecto, a mente consciente, acredita ser o solucionador de problemas. No livro ‘A Ilusão de Quem Usa: Reduzindo o Tamanho da Consciência’, o jornalista científico Tor Norretranders traça uma imagem diferente da consciência. Cita estudos e pesquisas, particularmente do prof. Benjamin Libet, da Universidade da Califórnia em São Francisco, revelando que as decisões são tomadas antes que a consciência as faça. E que o intelecto não é ciente disso, acreditando ser apenas ele que decide.

Nas palavras do Dr. Len, a mente consciente não tem o controle sobre o que é experimentado. Inspiração e memória ditam o que a mente consciente experimenta. Insiste, então, em pedir à Divindade sem parar para transmutar as memórias. E cita exemplos ilustres: transmutar ao vazio (Budha), ao limpo (Shakespeare), à pureza (Jesus) e ao silêncio (Goethe). Segundo ele, essa é nossa única tarefa. Não é preciso fazer mais nada além de limpar, apagar, apagar…

“Busque primeiro o Reino (o vazio/limpo/pureza/silêncio) e o tudo restante (Inspiração) será acrescentado automaticamente.”

Essa psicologia transformadora vem do mesmo Havaí que abrigou gerações de xamãs kahunas agindo em segredo. Mas, quão diferente é a versão atual! Houve uma mudança radical desde suas remotas origens até os nossos dias. O subconsciente, tão execrado por Freud e seus fiéis sucessores, virou um membro nobre da casa humana! Sim, é ele que comanda o semáforo. Deixa abrir a caixa de memórias a fim de que seja, simbolicamente, limpa. O consciente pode continuar achando que é ele quem toma as decisões. Mera ilusão. Sujeito a enganos, ele deixa de ser confiável.

Surge aqui um novo ser humano, desprendido, purificado, renovado, à espera de ser plasmado pela Divindade de iluminação ou, nos termos do novo Ho’oponopono de Identidade Própria, um subconsciente impregnado pela Intuição, e não mais vítima das memórias repetitivas.

Diferente do caminho Huna tradicional, não é mais o intelecto que planeja metas concretas. O Dr. Len afirma que “limpar visando um resultado não funciona”. O praticante de Ho’oponopono Al McAllister, autor de e-book do mesmo nome, comenta: “Mas quando você limpa por limpar, pode ser agradavelmente surpreendido pelo que a Divindade escolher como resultado para você. Isso libera a mente consciente de ter que decidir o que deve ou não ser limpo”.

Com o Ho’oponopono estamos assumindo a responsabilidade pelas memórias em comum que compartilhamos com outras pessoas. O intelecto não tem capacidade de assimilar e avaliar toda a informação que se apresenta em relação a qualquer problema, portanto, não sabemos o que está acontecendo em momento algum.

Quando dizemos à Divindade: “Se há algo em mim que estou vivenciando as pessoas de um determinado modo, quero liberar essas coisas: ao se liberar essas coisas, mudamos nosso mundo interior, e isso em contrapartida faz com que o mundo inteiro mude”.

Cita o Dr. Len: “Ao aparecer um problema, o intelecto sempre busca alguém ou alguma coisa para culpar. Continuamos procurando lá fora (de nós) a origem de nossos problemas. Não percebemos que a origem está sempre dentro de nós”.

Morrnah Simeona, a professora do Dr. Len, ensinava que “nós estamos aqui somente para trazermos paz para nossa própria vida, e se trazemos paz para nossa própria vida, tudo em nossa volta encontra seu próprio lugar, seu próprio ritmo de paz”, e isso é tudo que é Ho’ponopono.

De acordo com o Dr. Len, “Ho’oponopono é sobre se entregar e confiar, porque resultados são trabalhos do intelecto. Expectativas são somente memórias se repetindo, e nada na vida acontece acidentalmente. É a Divindade que está orquestrando os eventos, e nosso trabalho é estar em paz”.

“Se insistimos em determinar metas, precisamos estar sempre limpando para aceitarmos se soltar e permitir que nossa vida siga o caminho a ser seguido. Se somos inflexíveis, e temos nossa mente em somente uma meta, perdemos as muitas oportunidades (Inspirações) que provém do Divino”.

Dr. Len: “É imperativo realizar que a pessoa que pratica o processo Ho’oponopono não está curando, e sim que o Ho’oponopono é o processo de se permitir que a Divindade, que criou tudo e sabe de tudo, cancele as memórias que vivenciamos como problemas”.

O Dr. Len continua dizendo que “somos todos Seres Divinos, mas a mente só pode servir a um mestre de cada vez. Pode servir as memórias repetindo os problemas, ou pode servir a Divindade que são as Inspirações”.

“O intelecto tem esta escolha: pode funcionar comandado pelos problemas, ou pode funcionar comandado por Inspiração”.

“O processo Ho’oponopono só precisa de uma pessoa: A Paz começa comigo. E com ninguém mais. Todos querem estar em sintonia consigo mesmo, e só quando conseguirem poderão cumprir seu destino”.

Jens Weskott é pesquisador, autor, renomado especialista em Huna.

Para aprender mais sobre o Ho’oponopono baixe o e-book aqui grátis!

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Desenvolvimento Vertical

Enquanto o ser humano não expandir a sua consciência no sentido “vertical”, voltando-se pela livre vontade, para o trabalho da auto-redenção, investindo para isso, toda a sua energia, não encontrará soluções para sair do atoleiro do sofrimento, que o atropela constantemente.

Enquanto o interesse e atenção, ficar somente no plano horizontal, do ego personalista, competitivo e consumista da vida de ilusões, a consciência não evolui.

A mudança dos tempos, tão esperada, deve acontecer primeiro nas consciências humanas, pois é MUDANÇA DE COMPORTAMENTO.

Lembremos que erros e acertos fazem parte do desenvolvimento humano, na escalada evolutiva.

O importante é manter a “chama do ideal Divino”, manter-nos na LUZ da compreensão das situações que a vida nos apresenta.

TRANSIÇÃO é mudança e toda mudança é dolorosa, não é fácil desenredar-se das situações que nós mesmos criamos e que nos afastam das verdadeiras e naturais condições da vida.

Mais descontentes e depressivos ficamos quanto mais afastados do natural, isto é, da NATUREZA.

A liberdade não depende, como se pensa, das condições externas, é antes um ESTADO DE CONSCIÊNCIA.

Visualização:

Voltemos a atenção para a chama CRISTALINA em nosso coração.

A atenção concentrada neste centro gera uma energia criativa, que se irradia para toda teia a que estamos ligados.

Deixemos que as virtudes inerentes a cada um de nós, auxiliem na construção de um mundo melhor, de uma humanidade mais fraterna.

Apesar de todos os problemas que afligem a atual humanidade, o homem de hoje já evoluiu no seu corpo mental, astral e espiritual.

O homem de hoje já está despertando para a compreensão de que não precisa ser igual ou melhor do que os outros, mas que tem que ser ELE MESMO.

Também já aceita-se diferente e identificado com o AMOR DO SEU CRIADOR.

Lealdade, amor, verdade, justiça e fraternidade, fazem mais sentido e ecoam em seu interior.

Mais do que nunca, os interesses grosseiros e primários, já não cabem mais e vêm a tona, para serem eliminados.

Cada vez mais os homens da terra buscam o contato com a PRESENÇA LUMINOSA do seu MESTRE INTERNO, o SER CRÍSTICO, guardado em seu coração, um foco de LUZ inspirado para a sua vida, sobrepondo-o às suas fraquezas e descrença, voltando-o para a vida simples, sem complicações e em sintonia com NATUREZA.

AUMAMA

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Espiritualidade e Auto-Cura (Parte 2)

Por trás de todo pensamento, temos a mente como uma extensão do espírito que rege o corpo. É incrível pensar que a partir da geração de pensamentos, temos respostas bioquímicas, neuroquímicas complexas no corpo.

Podemos então entender que o funcionamento global do indivíduo, depende de seus pensamentos, no teor das informações desdobradas de seu aspecto mais profundo: a consciência.

Temos em nós a tendência natural de auto-regulação, tanto psiquicamente, quanto organicamente.

Nos recuperamos emocionalmente de um momento desconfortável, superamos uma dor física e temos o incrível fenômeno de reconstituição tecidual e da renovação celular, demonstrando que o corpo porta recursos de se auto-regular e se renovar.

Mas o que acontece quando adoecemos e perpetuamos o estado antinatural chamado doença?

Enquanto espíritos, transmitimos para o corpo o potencial natural de auto-cura.

Esse potencial visa manter sempre a Homeostase Integral (HI). O equilíbrio dinâmico entre ESPÍRITO – MENTE – CORPO.

A emoção é um reflexo da reação espiritual. Se o espírito reagir de forma intensa e errática, emana informações que desorganizam e levam a doença. Daí que temos a emoção como um fator de ordem ou caos, em nosso sistema.

Quando o espírito perde a capacidade de controlar as emoções, todo o sistema físico, passará a responder a esse descontrole.

Programamos nossas células a partir de “moléculas de emoção”.

COMO NOS CURAMOS?

Se a doença é um estado anti-natural, a saúde é um reflexo natural da condição intrínseca de Homeostase Integral.

É mais fácil, em tese, restabelecer a Homeostase, do que desenvolver uma doença, uma vez que o organismo porta naturalmente o potencial de auto-regulação.

Podemos a partir de um condicionamento emocional, programar o organismo de maneira saudável.

Auto-cura significa: estar livre de condicionamentos emocionais que aprisionam o PODER de expressão do espírito. Significa estar livre de reações pré-programadas.

Para nos tornar conscientes e superar um padrão de doença, é necessário que tomemos consciência das respostas emocionais que nos tornam inconscientes de suas causas.

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Espiritualidade e Auto-Cura (Parte 1)

Texto adaptado de Horácio Frazão

O corpo possui uma natureza RECRIATIVA, a cada momento temos a possibilidade de reconstruir e reorganizar esse sistema.

Pela autoconsciência ampliamos a consciência e a interação com a teia da vida.

A consciência tem vários ângulos e um deles é o espírito, que viaja na evolução, tendo como experiência psíquica o tempo.

A busca de maior integração com a essência ou o centro do espírito, permite que a consciência superior se experimente em diferentes ângulos, tangenciando a vida para conhecer a verdadeira essência. “A consciência se experimenta através de nós e nós nos experimentamos através da consciência”.

Como princípio de potencialidade a consciência permeia tudo, fora e dentro, do espaço tempo.

A totalidade que é tudo, penetra no espaço tempo, manifestando-se em um número infinito de maneiras de percepção. Sendo assim a consciência não possui localização definida, estando em tudo ao mesmo tempo.

A mente é a interface que promove orientação e organização da expressão do espírito, dentro do espaço tempo.

Conscientizar é movimentar e abrir a percepção, isto é, aumentar o raio de ação e de manifestação. Quanto maior a percepção, maior o PODER.

Enquanto individualidade, detemos uma conjuntura espiritual de potenciais de ação (emoção) e a partir disso somos impelidos a agir, ou seja, expressar-se.

É pela ação, expressão, ato de “escolha”, que podemos detectar e ordenar esses potenciais em conhecimento, nos tornando mais AUTOCONSCIENTES.

Esse processo é a base para a “SABEDORIA”: a compreensão da emoção a partir da observação da experiência gerada pela emoção.

É pela expressão da individualidade que materializamos a existência, procurando compreender cada vez mais a equação: CONSCIÊNCIA = ENERGIA + INFORMAÇÃO.

A consciência por si mesma, detém todas as possibilidades, correlacionando-as infinitamente. Assim podemos ampliar o modelo de consciência a partir de uma nova perspectiva, o campo de possibilidades. (Há sempre novas maneiras de fazer as coisas: PONO).

Em termos científicos, esse campo, seria o manancial que contém o potencial total das leis naturais, UM CAMPO UNIFICADO. O manancial de toda criação, princípio superior, coincidentemente a mesma descrição dos registros e textos antigos.

A informação oriunda da consciência deste campo de potenciais, estabelecem sistemas para a organização coerente no espaço tempo e na matéria, logo, cada espírito desenvolve um conjunto de metas-sistemas, resultando numa espécie de parafisiologia.

A consciência gera um potencial energia, estabelecendo uma conjuntura de informação que chamamos de CODE – Consciência Original Desdobrada em Energia. É uma espécie de código genético transcendental. Representa a assinatura e a característica indelével de cada espírito e todas as possibilidades de experiência. Esse código determinará a manifestação e a orientação do espírito, podendo ser dinamizado e ativado de maneira crescente.

“NÓS SOMOS AQUILO QUE PENSAMOS, COM O QUE PENSAMOS CRIAMOS O MUNDO”.
(Budha)