O alinhamento da Lua com as Plêiades, as chamadas Sete Irmãs, marca uma retomada da conexão com o timo, a capacidade de ouvir e ver com o coração ❤️. Grande parte do comportamento de manada tem origem na dualidade e agora somos conduzidos a um reajuste, ou ajuste, de consciência que faz ruir a realidade tal como a percebemos.
Estamos profundamente condicionados à lógica do certo ou errado, do bem ou do mal, funcionando muito mais a partir da mente e do cérebro do que do estado neutro, do timo, do coração ❤️. A retina envia ao cérebro a imagem invertida, que então busca referências nas informações armazenadas e as distribui pelo sistema nervoso, sempre organizadas de forma dual. Esse padrão sustenta o comportamento de separação, próprio da dissociação.
Quando passamos a sentir, saímos da mente e, consequentemente, da dualidade. As palavras não alcançam o sentir, pois carregam conotações polarizadas e separatistas. Quando se sente, não há necessidade de palavras. Sentir simplesmente é.
Tudo é movimento. Aquilo que somos, ou pensamos que somos, se transforma milhares de vezes por segundo, dependendo de onde está posicionada a consciência. Os eus paralelos manifestam-se nas múltiplas personificações que assumimos, como pai, mãe, professor, comerciante, entre tantas outras. O Eu Superior reconhece todas essas expressões e reconectar-se a ele implica viver o princípio do nada julgo, tudo avalio, validando todas as experiências.
Não se preocupe em tomar a direção certa, pois ela não existe.
Fernão Capelo Gaivota.
Se vocês querem ser iluminados, iluminem-se.
Nunca encontramos no exterior o que desejamos. Encontramos o que somos.
Conhecimento é passado.
Sabedoria é presente 🎁.
Onde está a sua consciência agora?