Associação de Estudos Huna

Artigos

O Poder do Perdão

“EU PERDÔO PORQUE QUERO FICAR BEM COMIGO MESMO.”

Somos uma amalgama de nossos ancestrais, e cada célula do nosso corpo compreende essa verdade. Recebemos duas heranças: uma química e outra espiritual. A cada vida, acumulamos memórias no Akasha, que gravitam em nosso campo vibracional.

Imagina caminhar com os Mestres que admiras, absorvendo seus ensinamentos, compreendendo-os e identificando-se com eles. Somos fragmentos desses Mestres, encarnando suas lições enquanto percorremos a Terra, nossas escolhas atestam isso. Nossas ações são preces, e, em essência, somos aquilo que buscamos: paz, amor, saúde.

Parte da natureza, como irmãos das estrelas e árvores, merecemos estar aqui, como expresso no poema DESIDERATA. Compreender que, assim como a terra, a humanidade tece e cumpre seu destino é essencial. O milagre da vida é um processo natural, e, como dizia Nikola Tesla, “Se você quer entender o universo, pense em termos de energia, frequência e vibração.”

Uma constatação importante é que nenhum santo, sábio ou líder externo pode fazer o que só você pode fazer por si mesmo. Criamos personas e personagens, moldamos nossa realidade no agora, somos co-autores, co-criadores. Assumir a auto-maestria é deixar de ser um eterno discípulo e cuidar das sementes de pensamentos que cultivamos.

O KANAKA MAKUA aconselha: “Plante a semente que ela crescerá. Cuide bem dos presentes que você ganha. A fonte da sabedoria vive no interior.” Nossa prática diária deve refletir essa compreensão. Somos fractais da Fonte, nossa mente é o terreno onde plantamos. Cabe a nós cuidar das boas sementes e liberar o que não nos serve mais.

Segue uma prática de campo de ressonância: “Sou um fractal da FONTE da sabedoria e inteligência inata. Ativo o sistema de CURA retro e pró-ativamente. A química do meu corpo está sintonizada com meu EU SUPERIOR, eu Divino, AUMAKUA. Um novo tempo e nova energia estão à minha disposição. Instruo meu corpo para liberar isso: ……………………….. Querida sabedoria inata, hoje, agora, eu libero todas as coisas inapropriadas que geram ansiedade, desânimo, frustração e descrença, pensamentos e palavras impróprios. E isso é um comando e não um desejo. Minha consciência está ligada à consciência universal. A sabedoria inata está sempre disponível para receber e trocar informações. Minha estrutura celular está adaptada e adequada ao meu ritmo de vida. Libero qualquer coisa ou pessoa que queira definir quem eu sou. Libero tudo que não me serve mais. Minha palavra de ordem é MUDANÇA. Eu enumero o que quero mudar: Mudo com alegria, gratidão, confiança, segurança, mudo para a magnificência. Com calma e perseverança vou me lapidando até o estado Cristalino. Minha tática para afastar qualquer mal que surja é olhar na direção aonde o SOL 🌞 está. LA – FÁ – SOL SOL – FÁ – LÁ FA – LÁ – SOL.”

Notícias

A Associação de Estudos Huna está de aniversário (25/01)

Transcrição do primeiro editorial do Boletim Huna:

Associação de Estudos Huna no Brasil – Abril de 1987 Ano I – n° 01 EDITORIAL (Para a futura história da Huna no Brasil)

Em 25 de janeiro de 1987, em Campinas, São Paulo, na residência do casal Kook Weskott (Jens e Ingrid), nasceu a Associação de Estudos Huna, com a presença de vinte e uma pessoas. Lá também foi empossada a primeira diretoria, assim constituída: Presidente de Honra: Dr. Juan Alfredo Cesar Müller, psicólogo, residente em São Paulo, SP; Presidente: Ceres Elisa da Fonseca Rosas, professora, residente em Canarana, MT; Vice- Presidente: Jens Kook Weskott, economista, residente em Campinas, SP; Secretário: Sérgio Guimarães Pereira Jr., administrador de empresas, residente em São Paulo, SP; Tesoureiro: Geraldo Fonseca Rosas, astrólogo, residente em Canarana, MT. Na realidade, há muito mais tempo a Huna já era conhecida no Brasil. Em 1961 o grupo editorial Munismo Ltda., publicou o primeiro livro de Max Freedom Long em português, “Milagres da Ciência Secreta”, que se esgotou há longos anos, mas que muitos leram através de cópias cedidas pelos privilegiados que detém o original. Em 1975 iniciei meus contatos com a Huna Research Inc., através de endereço fornecido pelo Dr. J. A. C. Mülller, que havia se correspondido com o próprio Max Freedom Long. Adquiri as recém publicadas “Cartas sobre Huna” e solicitei permissão para traduzi-las, o que me foi graciosamente cedido pelo autor e sucessor de MFL, Dr. E. Otha Wingo. Começamos a estudar as cartas em 26.01.1975, quando realizamos a primeira reunião oficial de estudos da Huna, na casa do médico oftalmologista Dr. Mário Ribeiro do Valle, já falecido, e de sua esposa, Dra. Maria José do Valle, com a presença de várias pessoas interessadas neste estudo. O grupo reuniu-se por algum tempo até que se dissolveu. A Huna atingiu um estado de hibernação por algum tempo. Em 1981 mudamos da capital de SP para Canarana, MT, e aqui iniciamos um pequeno grupo de estudos de Huna, em 1985. Em 1984 surgiu uma troca de correspondência com Jens Kook Weskott, de Campinas, SP, e através do trabalho dele e de sua esposa, bem como do dedicado Jorge Vandesmet Bérard e sua esposa Glória, começou o grupo de estudos a reunir-se na Escola Christni, em 6 de julho de 1984. Em maio de 1985 tive o prazer de receber o primeiro exemplar das “Cartas”, volumes 1 e 2, impresso sob o patrocínio do grupo de Campinas, especialmente do Jens, Jorge e Paulo Albuquerque. Desde então, muitas pessoas têm lido as Cartas e algumas têm se interessado em seguir a orientação Huna em sua vida. Atualmente estamos aguardando um editor para publicar “Crescendo na Luz”, de Max Freedom Long, e que mais pessoas se filiem a nossa Associação, a fim de que possamos tornar mais freqüente a emissão do jornalzinho que hoje estréia, com a colaboração da Prefeitura Municipal de Canarana. Gostaríamos que todos aqueles que têm tido experiências e obtido resultados através do método Huna de prece-ação, nos escrevessem narrando sua história, a fim de que possamos divulgá-la, para servir de estímulo a todos os que estejam desejosos de “crescer na Luz”.
Na Luz Huna!

Ceres Elisa da Fonseca Rosa

Artigos

Prana = Mana, Para-prana = Mana-Loa

Assim como o Mana, o Prana é a energia vital que flui de sistemas planetários distantes, incorporando-se ao nosso próprio sistema planetário, uma dádiva radiante do nosso sol dourado. Esse fluxo solar, semelhante a uma “chuva de ouro”, encharca nosso planeta, alimentando a vida em suas diversas formas.

Nosso chakra da coroa, receptor sagrado, recebe parte desse Prana. Em preces Huna, como a Koonohi Ula okalá, invocamos o “Olho do sol vermelho”, uma expressão poética que fala do sol e seu poder vital.

A energia Mana-Loa, proveniente desse Prana, permeia o ambiente, mistura-se no Éter, banha as árvores, contribui para a vitalidade dos animais, funde-se nas águas e repousa nas pedras. Assim como o ser humano transmuta Prana em Para-prana, outras formas da natureza também o transformam em suas próprias manifestações, como o “Sulfan” dos animais, o “Polian” das plantas, o “Tribifus” da água e o “Lápitus” das pedras.

Algumas formas da natureza apenas recebem, enquanto outras praticam a arte da doação, como as flores que exalam seus perfumes para atrair agentes polinizadores. Cores e sons também seguem essa dinâmica. Essa combinação de forças, condensada no ser humano, que compreende a interconexão entre todas as coisas, permite-nos receber e compartilhar as energias da natureza.

Embora existam diferenças de desenvolvimento entre os seres, é possível equalizar a pranificação refinando os sentidos, a respiração e a palavra, sendo esta última o sentido mais evoluído. O Para-prana, absorvido pelo chakra coronário, percorre os centros energéticos, seguindo o curso dos pensamentos e sentimentos.

No plexo solar, o medo e o julgamento podem obstruir o livre fluxo do Prana ou Mana, contribuindo para diversas enfermidades. A natureza se apresenta como a melhor fonte de Para-prana ou Mana-Loa, e ao nos conectarmos a ela, especialmente nas copas das árvores e nas brisas marinhas, revitalizamos nossas energias.

Em consonância com as palavras de Paracelso, entendemos que “O CAMINHO DA SABEDORIA É O COMEÇO DO SABER SOBRENATURAL”, pois ao compreendermos e respeitarmos a dança energética da vida, abrimos portas para o conhecimento além do ordinário.

Boletins

Boletim 152

Compartilhamos mais uma edição do Boletim Huna, repleta de sabedoria e inspiração. 2024 marca o “Ano do Ciclo 8”, um momento de renovação e crescimento, e vamos explorar como você pode se alinhar com as energias desse ciclo para uma vida mais plena.

Não perca as valiosas sugestões do livro “Autodefesa Psíquica” de Dion Fortune, apresentadas por Solange Dal Pizzol De Toni do Grupo Paz de Veranópolis/RS durante o Encontro Regional Huna nas Termas Romanas em outubro de 2023.

Esperamos que esta edição seja uma fonte de inspiração e crescimento para todos nós. Aproveitem a leitura e que 2024 seja um ano de despertar e transformação!

Com ALOHA + MAHALO

Artigos

As Árvores Nascem no Céu

Inspirado na sabedoria contida no livro “As Árvores Nascem no Céu” de Molinero, o Alquimista, vislumbramos a imagem majestosa das árvores, que, com suas raízes profundas na terra, estendem-se em direção ao céu, onde florescem suas copas com graciosas flores e frutos. Quanto mais profundamente essas raízes se estendem, mais alto as árvores alcançam o céu.

Para os nativos norte-americanos, as árvores são conhecidas como “o povo de pé”, simbolizando uma conexão cósmica, espiralada e etérica, que abre portais para outras dimensões. Raças antigas, incluindo gigantes, primatas como gorilas e orangotangos, respeitavam essas sentinelas da natureza.

As árvores são alquimistas por natureza, conduzindo transmutações contínuas entre os reinos mineral, animal e humano. O simbolismo permeia a cultura, representando a união feminina nas raízes, a força masculina no tronco, e a sexualidade explícita no florescer, frutificar e semear.

Tudo é energia, e as árvores desempenham um papel vital nesse fluxo. Homens, ao apoiarem as costas nos troncos, e mulheres, ao abraçá-los, se conectam a essa energia. Curandeiros, magos e xamãs, com seus rituais mágicos, utilizam o sopro sobre as folhas para afastar doenças, mostrando o poder mágico que flui do Criador para a natureza e, por fim, para os seres humanos.

A fumaça, produto da transmutação alquímica através do fogo, representa a liberação do espírito da árvore, operando uma fusão alquímica. Conscientes de que o Éter, o ambiente permeante, transporta os segredos da vida e da morte, da saúde e da enfermidade, os antigos magos, antes mesmo das descobertas microbianas, compreendiam essa verdade, denominando micróbios como “miasmas”.

As árvores, habilidosas alquimistas, desempenham um papel crucial na sustentabilidade da vida, fornecendo abrigo e alimento para insetos, aves, humanos, elementais e Devas. Verdadeiramente, “as árvores nascem do céu”, perpetuando a magia da vida na Terra.