Associação de Estudos Huna

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Os 4 Elementos

À medida que equilibramos em nós os quatro elementos: fogo, ar, água e terra, sentimos mais harmonia interna, fazendo ressonância externa.

Conscientes da chama da divindade, Eu Superior, que sustenta a vida, estaremos atuando no mais elevado dos elementos, o “Fogo”, que é a verdadeira atividade do espírito.

O uso consciente da “Chama”, diz respeito ao conhecimento da Luz. O elemento natural da alma é a “Chama”.

No domínio dos quatro elementos, podemos usar o poder da “Chama” para todas as situações da vida. Tudo é uma questão de uso, o conhecimento sem a prática, não é sabedoria.

Pode-se usar a energia para: curar, prosperar, abençoar e iluminar a existência.

À medida que essa Luz/consciência se instala na mente, ela consome o egoísmo e o transforma em “altruísmo”, irradiando naturalmente a Luz para os outros.

É verdade que ninguém pode crescer pelo outro, mas pode-se auxiliar a ver a Luz no seu caminho.

Se a ignorância/escuridão criou desordem, dor e limitação, essas criações não têm poder próprio, nada há que a sustente, a não ser a crença errônea do indivíduo que a criou. Com Inteligência/luz, da própria essência Divina em si, o Eu Sou/Eu Superior, a Chama consumidora do “Perdão” pode arrumar tudo que estiver errado em nosso mundo. Visualize-a em forma de SOL, CRISTAL, GIRASSOL, CHAMA ROSA OU VIOLETA, ou da forma que melhor determinar, vibrando PERDÃO para todas as situações errôneas que você quer limpar.

Você pode escrever o nome da pessoas que você quer libertar, no símbolo escolhido e será mais facilmente recebida.

Assim de forma tranquila, vamos higienizando as desarmonias da vida e do planeta.

AUMAMA

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Respirar LUZ o Torna LÚCIDO

Respirar é um ato tão mecânico e automático, que a maioria das pessoas nem se dá conta da suprema importância desse ato.

No respirar existe um grande segredo da sabedoria de vida.

Sua respiração faz troca constante com a energia que sustenta a vida, com a Luz, com o Fogo Sagrado, a Chispa Divina.

À medida que você se torna “desperto” e se torna consciente da sua respiração, começa também a extrair dela, somente a essência de tudo, do Prana, Mana, Ki, Chi.

Por estar lúcido, você filtra a poluição, não apenas das partículas nocivas do ar, mas dos pensamentos e dos sentimentos que pairam na atmosfera ao seu redor.

Você distingue o que é nocivo e o que é vital e absorve e retém o que precisa e dispensa o que não convém.

Se você respira com a atenção em conflitos, o que você acha que absorve?

Se você respira com medo, o que você acha que alimenta?

E se atraímos o que vibramos, será por isso que ficamos ansiosos, nervosos e tensos?

E quando estamos nervosos e tensos você percebe que o ar não entra?

Quando observamos a beleza das árvores ou de um por de sol, mesmo das flores, automaticamente a respiração se torna profunda, suave, rica, nutriente e natural. Até suspiramos.

A mais eficaz e imediata Meditação, é observando a respiração: ela o torna leve. Faça essa simples experiência: SEJA LEVE.

Não leve o mundo nas costas, não é responsabilidade sua. Sua principal missão é encontrar o seu “SER”, somente SER.

Você não vai salvar o mundo, deixe isso para Deus, confie nele.

Nada nesse mundo pertence a você, é bom saber, nem você pertence a você, tudo é somente a grande Presença do “Tudo que É”.

Se você verdadeiramente compreender isso, vai-se embora todo o sofrimento e tristeza.

E o que permanece é o verdadeiro SER, o “Eu Sou”, a essência, ser, somente ser.

Mantra:

“Ser, somente ser, se iluminar, relaxar a mente, meditar na luz da Divindade Una, face a face com a Paz.”

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As Energias Não Se Perdem

“As energias não se perdem… Eu não preciso ir lá e fazer comícios para converter os outros, pois isso é coisa muito secundária!

Eu devo apenas continuar a viver na minha alta-voltagem de potencialidade espiritual.

Se eu tiver oportunidade para falar aos outros, então, tudo bem! Mas, o principal não é isso!

E então, quando um único homem chega à plenitude do amor ele beneficia a muitos milhões!

(…) Receberam uma irradiação, não se sabe donde – existe uma emissora longínqua que irradia suas ondas por todo o mundo, e algum receptor pega as ondas irradiadas não sabe donde vem e tem a vontade de não odiar mais, de não matar mais ninguém e passa ter a vontade de ter fraternidade com seus irmãos… Converte-se!

Eu não o posso converter, mas ele se pode converter. Mas eu posso criar em torno dele um ambiente, uma atmosfera, uma aura, uma vibração, uma egrégora tão propícia, que ele está enfastiado de seus ódios e está com fome de ser bom. Isto é a constância das energias das energias espirituais do mundo…

Nenhuma energia se perde, todas as energias se perpetuam e se transformam.

Por isso, se neste retiro silencioso, deste santuário do silêncio, aqui no meio do mato, houver uma só emissora de espiritualidade que tenha a experiência real da presença de Deus e que esteja com a vontade de viver de acordo com essa experiência em forma de vivência ética entre os homens, já temos então, o inicio da nova humanidade.

A nova humanidade não vem amanhã, diz o Mestre, o novo mundo não vai começar, o novo mundo já começou!… Mas, vós não o vistes!

Vós é que sois o novo mundo em embrião, em semente -potencialmente cada um de nós é o novo mundo, cada um de nós é o Reino de Deus!

Falta agora, passar da potencialidade para a atualidade, passar da semente para a planta e é por isso que nós estamos aqui, para despertar a nossa potencialidade e transformá-la em atualidade!

E depois, vem a consequência de tudo isto: a vivência ética e individual e social – que não é outra coisa do que o transbordamento irresistível da nossa experiência mística da presença de Deus.

Vamos abismarmos profundamente nesta verdade e que a possamos viver futuramente!”

Palestra do Prof. Huberto Rohden, feita num Retiro Espiritual, na Alvorada, gravada por J.B. Castro

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Minimamente Feliz

A felicidade é a soma das pequenas felicidades. Li essa frase num “outdoor” em Paris e soube, naquele momento, que meu conceito de felicidade tinha acabado de mudar. Eu já suspeitava que a felicidade com letras maiúsculas não existia, mas dava a ela o benefício da dúvida.

Afinal, desde que nos entendemos por gente aprendemos a sonhar com essa felicidade no superlativo. Mas ali, vendo aquele “outdoor” estrategicamente colocado no meio do meu caminho (que de certa forma coincidia com o meio da minha trajetória de vida), tive certeza de que a felicidade, ao contrário do que nos ensinaram os contos de fadas e os filmes de Hollywood, não é um estado mágico e duradouro.

Na vida real, o que existe é uma felicidade homeopática, distribuída em conta-gotas. Um pôr-de-sol aqui, um beijo ali, uma xícara de café recém-coado, um livro que a gente não consegue fechar, um homem que nos faz sonhar, uma amiga que nos faz rir. São situações e momentos que vamos empilhando com o cuidado e a delicadeza que merecem alegrias de pequeno e médio porte e até grandes (ainda que fugazes) alegrias.

‘Eu contabilizo tudo de bom que me aparece’, sou adepta da felicidade homeopática. Se o zíper daquele vestido que eu adoro volta a fechar (ufa!) ou se pego um congestionamento muito menor do que eu esperava, tenho consciência de que são momentos de felicidade e vivo cada segundo.

Alguns crescem esperando a felicidade com maiúsculas e na primeira pessoa do plural: ‘Eu me imaginava sempre com um homem lindo do lado, dizendo que me amava e me levando pra lugares mágicos.’ Agora, se descobre que dá pra ser feliz no singular: ‘Quando estou na estrada dirigindo e ouvindo as músicas que eu amo, é um momento de pura felicidade. Olho a paisagem, canto, sinto um bem-estar indescritível’.

Uma empresária que conheci recentemente me contou que estava falando e rindo sozinha quando o marido chegou em casa. Assustado, ele perguntou com quem ela estava conversando: ‘Comigo mesma’, respondeu. ‘Adoro conversar com pessoas inteligentes’.

Criada para viver grandes momentos, grandes amores e aquela felicidade dos filmes, a empresária trocou os roteiros fantasiosos por prazeres mais simples e aprendeu duas lições básicas: que podemos viver momentos ótimos mesmo não estando acompanhadas e que não tem sentido esperar até que um fato mágico nos faça felizes.

Como tantos já disseram tantas vezes, aproveitem o momento, amigos. E quem ainda não for bom de contas recorra à calculadora para ir somando as pequenas felicidades.

Podem até dizer que nos falta ambição, que essa soma de pequenas alegrias é uma operação matemática muito modesta para os nossos tempos. Que digam. Melhor ser minimamente feliz várias vezes por dia do que viver eternamente em compasso de espera.

Leila Ferreira, jornalista

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Bênção Nahuatl

Essa antiga bênção foi criada no idioma Nahuatl, falado desde o século VII na região central do México. Ela trata de perdão, carinho, desapego e libertação.

“Eu liberto meus pais do sentimento de que já falharam comigo.

Eu liberto meus filhos da necessidade de trazerem orgulho para mim, que possam escrever seus próprios caminhos de acordo com seus corações, que sussurram o tempo todo em seus ouvidos.

Eu liberto meu parceiro da obrigação de me completar. Não me falta nada, aprendo com todos os seres o tempo todo.

Agradeço aos meus avós e antepassados que se reuniram para que hoje eu respire a vida. Libero-os das falhas do passado e dos desejos que não cumpriram, conscientes de que fizeram o melhor que puderam para resolver suas situações dentro da consciência que tinham naquele momento. Eu os honro, os amo e reconheço inocentes.

Eu me desnudo diante de seus olhos, por isso eles sabem que eu não escondo nem devo nada além de ser fiel a mim mesmo e à minha própria existência, que caminhando com a sabedoria do coração, estou ciente de que cumpro o meu projeto de vida, livre de lealdades familiares invisíveis e visíveis que possam perturbar minha Paz e Felicidade, que são minhas únicas responsabilidades.

Eu renuncio ao papel de salvador, de ser aquele que une ou cumpre as expectativas dos outros.

Aprendendo através, e somente através, do AMOR, eu abençoo minha essência, minha maneira de expressar, mesmo que alguém possa não me entender.

Eu entendo a mim mesmo, porque só eu vivi e experimentei minha história; porque me conheço, sei quem sou, o que eu sinto, o que eu faço e por que faço.

Me respeito e me aprovo.
Eu honro a Divindade em mim e em você…
Somos livres.”